Festas de Lisboa ’10. E ‘Viva a Sardinha!’ Lisboa já está preparada para receber as Festas da Cidade ’10. O programa para a edição deste ano foi apresentado hoje, dia 4 de Maio, no Cinema São Jorge.
A apresentação do programa completo das Festas da Cidade ’10 esteve a cargo do presidente do conselho de administração da EGEAC - Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural, Miguel Honrado, e contou com a presença da vereadora da Cultura, Catarina Vaz Pinto.
Este ano, as Festas de Lisboa ’10 soltam o grito “Viva a Sardinha”, em homenagem às Comemorações do Centenário da República. É aliás, este o tema escolhido para as Marchas Populares, que desfilarão na Avenida da Liberdade no dia 12 de Junho. Mas nem só de marchas vive Lisboa. As Festas deste ano, que irão preencher a cidade de 14 de Maio a 15 de Julho, contarão com muitas mais iniciativas, algumas delas em estreia absoluta.
Para além dos clássicos Arraiais Populares, Casamentos de Santo António e a Festa do Fado, a cidade irá acolher novos eventos, como o Espaço Lounge, que terá lugar no foyer do Cinema São Jorge e que funcionará como espaço de encontro e de partilha onde, às quintas, sextas e sábados, a partir das 23h30, serão apresentados novos trabalhos e novos artistas; os Micro Bailes, uma nova proposta de percursos musicados nos bairros típicos da cidade, e Vozes de Fazer Parar o Trânsito, que incluirá actuações no espaço público que pretendem, literalmente, para o trânsito.
Mas há muito mais. Lisboa irá receber, ainda, a feira Mundo Mix; o programa Andar em Festa, onde o fado, teatro e jazz andam à boleia dos transportes públicos da cidade; o Festival da Máscara Ibérica, que vai já na sua quinta edição; Casas Regionais em Lisboa, um encontro de artesanato, dança e música popular; o Arraial Pride, a 14ª edição do maior acontecimento LGBT portugês, e o CineConchas, onde, durante um mês, se apresentam grandes sucessos do cinema ao ar livre, entre muitas outras iniciativas.
O programa das Festas de Lisboa ’10 contém todos os ingredientes para tornar a cidade única ao longo de dois meses, com manifestações culturais de todos os géneros e para todos os públicos. Para Catarina Vaz Pinto, “este é um evento mobilizador que tem evoluído a par e passo com a cidade, uma vez que se integra, cada vez mais, na multiplicidade cultural de Lisboa”.
































