Home » Living in » Environment » Monsanto Forest Park » Fauna e Flora » Fauna de Monsanto

Chapim-real

Foto de Sérgio Guerreiro

O chapim-real (Parus major) é uma ave pequena e colorida que está presente no nosso país durante todo o ano, sendo por isso designada como uma espécie residente.

É o maior dos nossos chapins, possui um dorso esverdeado, cabeça preta com faces brancas e um peito amarelo com uma risca central preta, mais larga nos machos.

É uma ave comum em vários tipos de bosques, frequentando também parques e jardins. Alimenta-se sobretudo de insetos e também sementes.

Nidificam em cavidades naturais nas árvores ou em caixas-ninho, designação dada aos ninhos artificiais que pretendem simular os buracos naturais das árvores quando estes não existem ou são raros. 

Chapim- azul

Foto de Sérgio Guerreiro

Da mesma família do chapim-real, o chapim-azul (Parus caeruleus) é mais pequeno, mas igualmente colorido e ativo. Apresenta o peito amarelo, asas azuis, faces brancas e uma mancha azul no topo da cabeça, lembrando uma “boina”. A distinção dos machos e fêmeas é possível, mas difícil de observar no campo. 

Muitas vezes observado pendurado de cabeça para baixo nos ramos das árvores. Ave residente e comum em bosques, também está presente em parques e jardins na cidade.

Alimenta-se igualmente de insetos e sementes. É uma das aves que mais frequentemente ocupam os ninhos artificiais para nidificar, na ausência de cavidades naturais.

Chapim-preto

Foto de Sérgio Guerreiro

Da família dos chapins, o chapim-preto (Parus ater) é um dos mais pequenos e menos vistosos, passando mais despercebido a um olhar menos atento.

O dorso é cinzento-azulado e as partes inferiores amarelas-acinzentadas. Para além das faces francas, possui uma mancha branca na nuca. Os machos são idênticos às fêmeas.

É uma espécie residente, relativamente comum, que nidifica geralmente nos bosques, mas pode ser observado em alguns jardins. Alimenta-se de insetos, sementes e aranhas no topo das árvores ou nos ramos exteriores.

Os seus ninhos são construídos em cavidades e por vezes no meio de raízes e ou nas rochas. Pode também nidificar em ninhos artificiais.

Carriça

Foto de Sérgio Guerreiro

A carriça (Troglodytes troglodytes) é uma das aves mais pequenas de Lisboa, residente e algo comum mas difícil de observar devido à sua coloração castanha que se confunde facilmente com os tons da vegetação. A sua presença pode ser no entanto denunciada pelo seu canto bastante típico e forte.

Pode ser encontrada um pouco por toda a cidade, em zonas com arbustos densos.

Possui uma cauda curta que mantém geralmente levantada. As fêmeas e os machos não se distinguem visualmente.

Podem nidificar em cavidades, incluindo ninhos artificiais, mas também por entre a folhagem da vegetação.

Trepadeira-comum

Foto de Sérgio Guerreiro

A trepadeira (Certhia brachydactyla) é uma ave silenciosa e discreta, de pequenas dimensões, que trepa pelos troncos das árvores na procura de alimento (insetos).

As partes inferiores são brancas com algumas nuances acastanhadas e o resto do corpo é também castanho com pintas brancas.

O bico é pontiagudo e ligeiramente curvado. Habita preferencialmente os bosques e jardins de média ou grande dimensão. É uma espécie residente e razoavelmente comum.

Faz o seu ninho debaixo do tronco das árvores e por vezes também ocupa ninhos artificiais.