Cultura e Lazer, Marvila

Marvila no mapa global do Graffiti e Arte Urbana

28, Maio 2017
Terminou a segunda edição do “Muro-Festival de Arte Urbana”. Durante quatro dias, de 25 a 28 de maio, a intervenção final dos graffiters convidados pela autarquia, estendeu-se pelos bairros da Quinta do Chalé, Marquês de Abrantes, Alfinetes e Quinta da Salgada, em Marvila. Lisboa, é considerada como “uma das mais relevantes” cidades europeias na vertente da street art.
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Organizado pela Câmara Municipal de Lisboa, através da GAU - Galeria de Arte Urbana, em parceria com a GEBALIS, e a Junta de Freguesia de Marvila, o festival pretendeu “não apenas levar a arte urbana a espaços públicos, mas também juntar artistas, moradores e visitantes, num só evento realizado em áreas da cidade mais vulneráveis”.  Em 2016, coube ao Bairro Padre Cruz, em Carnide, acolher a edição inaugural.

O festival “foi uma semente que se deixou”, nestes bairros de Marvila, afirmou Catarina Vaz Pinto, correspondendo ao desejo manifestado pelo presidente da junta de freguesia local. O trabalho, aqui realizado nos últimos meses, “terá certamente continuidade”, assegurou a vereadora da Cultura.

Marvila “está no mapa global, tem aqui artistas de todo o mundo, e dos melhores artistas do mundo”. A arte “pode estar em todo o lado”, disse aos moradores, deixando ainda uma palavra de reconhecimento aos artistas residentes na freguesia, que também colaboraram neste projeto.

A vereadora, que recebeu no local a visita do embaixador do México em Portugal, Alfredo Bravo, falava no final de uma visita às obras de arte urbana, guiada pelos artistas, que foram recebidos, ao longo dos últimos meses, “com boa vontade e de braços abertos” pelos moradores, lembrou Inês Machado. Para a coordenadora do GAU, o “resultado final está do agrado de todos”. Vamos continuar aqui no bairro, garantiu.

A garantia, deixada pelas responsáveis da câmara, correspondia à expectativa de Belarmino Silva, presidente da Junta de Freguesia de Marvila. Para o autarca local, “Marvila precisava, e precisa, de um impulso para que possa vir no mapa, para que as pessoas possam vir e gostar do que veem”.

Os artistas, locais, nacionais, e internacionais, tiveram ao seu dispor cerca de 4 000 m2 de área – nas empenas de quinze edifícios destes bairros, da zona oriental de Lisboa – para transmitir a sua visão sobre “como representar a identidade cultural Ibero-Americana”. A edição deste ano, foi uma das iniciativas no âmbito de “Passado e Presente – Lisboa, Capital Ibero-americana de Cultura 2017”.

Alecrim, Godmess, Hazul, The Caver, Kruella D’Enfer, LS, Miguel Brum, e Youth One, foram os artistas nacionais a concurso. Cix Murge (México), Flix (Venezuela), Gleo (Colômbia), Guilherme Krammer, Jhon Douglas, Kobra, (Brasil), Steep (Equador), Zesar Bahamonte (Espanha), constituíram a representação internacional.

A obra vencedora do concurso, foi pintada pelo Coletivo Medianeras, da Argentina.

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