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Ano Europeu para o Desenvolvimento 2015 encerra com entrega de Prémio

15, Dezembro 2015
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    Ano Europeu para o Desenvolvimento 2015 encerra com entrega de Prémio

A Sessão Oficial de Encerramento do Ano Europeu para o Desenvolvimento 2015 (AED) decorreu no Salão Nobre dos Paços do Concelho de Lisboa, no dia 15 de dezembro com a entrega do Prémio de Investigação para o Desenvolvimento. Associação de Cooperação Entre Povos-ACEP com o projeto “Observatório dos Direitos na Guiné-Bissau” e Instituto Marquês Vale Flor-IMVF com o projeto “ Coerência de Políticas para o Desenvolvimento” foram as duas Organizações Não Governamentais de Desenvolvimento contempladas.

A cerimónia, conduzida pela embaixadora deste Ano Europeu em Portugal, Cláudia Semedo, contou com a presença do presidente da autarquia, Fernando Medina, vereadores,  embaixadores,  Secretária de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, Teresa Ribeiro, da presidente do Camões IP, Ana Paula Laborinho, Isabel Mota, do Conselho de Administração da Fundação Calouste Gulbenkian, e José de Tolentino Mendonça, professor universitário e escritor.  

O objetivo do AED em  Portugal, coordenado pelo Camões-Instituto da Cooperação e da Língua, foi promover o interesse, a participação e o pensamento crítico dos cidadãos portugueses sobre o Desenvolvimento Global no âmbito das políticas de cooperação para o desenvolvimento de Portugal e da União Europeia.

O Prémio de Investigação para o Desenvolvimento, da responsabilidade de uma parceria entre a Fundação Calouste Gulbenkian e o Instituto Camões, resulta do Programa Nacional de Trabalho do AED e visa contribuir para o reforço da capacidade de produção de conhecimento e influência de políticas públicas por parte das ONGD portuguesas, assim como aproximar estes agentes de instituições científicas e de ensino superior.

Fernando Medina salientou a satisfação por Lisboa ter sido escolhida para acolher o encerramento deste Ano Europeu, “uma cidade da tolerância e da fraternidade”. Medina relembrou ainda a importância dos valores humanos “como forma de superar obstáculos para encontrar a esperança e reafirmar os valores dos Direitos Humanos contra a barbárie nestes momentos difíceis que atravessamos referindo-se à chegada dos refugiados à Europa. "A nossa liberdade e modo de vida não podem ser incapacitados por aqueles que nos oprimem,” concluiu.

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