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Aula de História das Catástrofes na EB Filipa de Lencastre

02, Fevereiro 2015

No ano em que se assinalam os 260 anos do Terramoto de 1755, e os 10 anos da Estratégia Internacional para a Redução de Catástrofes, a Câmara Municipal de Lisboa promoveu mais uma ação de sensibilização "de forma a informar a população dos elevados riscos a que a cidade de Lisboa está sujeita e exposta".

As professoras, e escritoras, Isabel Alçada e Ana Maria Magalhães apresentaram, dia 2 de fevereiro, aos alunos da Escola Secundária 2, 3 D. Filipa de Lencastre, em Lisboa, o livro “Catástrofes e Grandes Desastres”.

O livro (também disponível online), que será distribuído gratuitamente em cerca de 2.300 escolas - segundo a editora -, pretende "sensibilizar o público infanto-juvenil para a temática dos riscos de catástrofes".

Foi uma aula diferente para os alunos do 5º A, que se manifestaram interessados em saber mais sobre algumas catástrofes, de tempos mais recentes ou mais longínquos, de lugares mais ou menos próximos, como o "Grande Incêndio de Londres" em 1666, ou o "Grande Incêndio do Chiado", em Lisboa em 1988, ou o Terramoto de 1755, que "destruiu 17 000 das 20 000 casas existentes à época em Lisboa".

Para as autoras, hoje em ritmo de aula, a apresentação do livro, ou a aula de história, foi uma forma de alertar os alunos para os riscos do quotidiano, numa viagem pela história das grandes catástrofes e desastres, quer os "naturais" quer os "provocados pelo homem".

"Para ajudar é preciso estar preparado", lembraram as autoras, ilustrando alguns conselhos com histórias contadas no livro - como a atuação dos bombeiros de Londres, durante o incêndio que destruiu 13 500 casas no século XVII. De acordo com os testemunhos, os bombeiros apenas combateram o fogo nas casas que tinham seguro de incêndio - um contributo para que o fogo tenha alastrado "descontroladamente" deixando 70 mil pessoas desalojadas.

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