Cultura e Lazer, Município

Banco de Arte Contemporânea Maria da Graça Carmona e Costa

04, Junho 2019
O banco foi concebido para acolher e preservar espólios documentais e artísticos de arte contemporânea de artistas plásticos, de historiadores e de críticos de arte contemporânea, relativos ao período compreendido entre a segunda metade do séc. XX e a atualidade.

Foi apresentado em 3 de abril, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, o Banco de Arte Contemporânea Maria da Graça Carmona e Costa, numa sessão que contou a participação da galerista, do presidente da Câmara de Lisboa, Fernando Medina, e da vereadora da Cultura, Catarina Vaz Pinto.

O Banco de Arte Contemporânea (BAC) resulta de um projeto criado pela Câmara Municipal de Lisboa, em colaboração com a Fundação Carmona e Costa e o Instituto de História da Arte da Faculdade de Ciências Sociais Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Foi concebido para acolher e preservar espólios documentais e artísticos de arte contemporânea de artistas plásticos, de historiadores e de críticos de arte contemporânea, relativos ao período compreendido entre a segunda metade do séc. XX e a atualidade.

Fernando Medina afirmou que “o BAC é a partir de agora uma parte integrante da Câmara Municipal de Lisboa e das suas unidades”, um projeto que permite tratar o espólio dos artistas portugueses, “conhecê-los e divulgá-los no sentido da perpetuidade.”

Trata-se, sublinha o edil, de “uma instituição da cidade”.

“Isto é para os artistas todos”, afirmou por seu turno Maria da Graça Carmona e Costa.

A atribuição do nome de Maria da Graça Carmona e Costa ao BAC constitui, no entendimento da Câmara de Lisboa, uma justa e merecida homenagem à sua mentora e impulsionadora.

Natural de Lisboa, Maria da Graça Carmona e Costa, é uma personalidade incontornável no panorama da arte contemporânea portuguesa, com uma longa e reconhecida carreira e com um papel determinante no apoio e divulgação de várias gerações de criadores nacionais, quer em Portugal, quer no estrangeiro. Em 1997, criou a Fundação Carmona e Costa, no intuito de desenvolver e dinamizar projetos na área da Arte Contemporânea Portuguesa, e como distinção pelo trabalho realizado e reflexo do reconhecimento alcançado, recebeu em 2016 a Medalha Municipal de Mérito Cultural e em 2018 a Medalha de Mérito Cultural, atribuída pelo Ministério da Cultura.

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