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Contrato Local de Segurança de Lisboa visa reduzir fenómenos de exclusão na cidade

05, Fevereiro 2018
As questões da segurança e do sentimento de segurança não começam, nem acabam, na atuação policial. Para Fernando Medina, "parte importante das questões centrais ligadas à segurança do quotidiano da vida dos cidadãos", decorrem da falta de inclusão e coesão nos territórios, dentro da cidade de Lisboa.
  • Assinatura de protocolos de associação ao Contrato Local de Segurança de Lisboa
    Assinatura de protocolos de associação ao Contrato Local de Segurança de Lisboa
  • Assinatura de protocolos de associação ao Contrato Local de Segurança de Lisboa
    Assinatura de protocolos de associação ao Contrato Local de Segurança de Lisboa
  • Assinatura de protocolos de associação ao Contrato Local de Segurança de Lisboa
    Assinatura de protocolos de associação ao Contrato Local de Segurança de Lisboa
  • Assinatura de protocolos de associação ao Contrato Local de Segurança de Lisboa
    Assinatura de protocolos de associação ao Contrato Local de Segurança de Lisboa

O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, falava na cerimónia de assinatura de três protocolos de associação ao Contrato Local de Segurança de Lisboa, que teve lugar esta tarde no Salão Nobre dos Paços do Concelho.

Os projetos apresentados - “Juntos somos +”, “Eu sou mais segurança” e “Chave de Prata”, que estão a ser desenvolvidos no Bairro do Casal dos Machados (Parque das Nações), Bairro da Cruz Vermelha (Lumiar), e no Bairro de Santos (Avenidas Novas), traduzem uma parceria entre a autarquia, o Ministério da Administração Interna, representado na cerimónia pelo ministro Eduardo Cabrita, e instituições e associações locais. Na cerimónia estiveram ainda presentes os vereadores Paula Marques, da Habitação e Desenvolvimento Local, e Miguel Gaspar, da Mobilidade e Segurança, presidentes de juntas de freguesias e diversas autoridades civis e militares.

"Agir sobre a coesão, reduzir os fenómenos de exclusão", assim sintetizou Fernando Medina a importância e o sentido destes protocolos. Uma ação, disse, levada a cabo "não a partir de uma diretiva central", partindo dos poderes públicos, mas aproveitando "as energias da comunidade, do seu tecido social, colocando-o a trabalhar em rede com as várias instituições com participação na gestão do território".

Este é um trabalho, afirmou o autarca, que "hoje vamos iniciar em conjunto, e um trabalho que vamos querer estender". A câmara, em articulação com o MAI, revelou, já tem identificados os próximos bairros para trabalho.

O que pretendemos, explicou Medina, "é que sobre todas as zonas de risco, identificadas como zonas sensíveis, nós possamos ter uma visão clara sobre o seu futuro".

Os contratos locais de segurança procuram ser um instrumento privilegiado para a cooperação institucional e para a interação com as comunidades. O objetivo é reduzir vulnerabilidades e encontrar respostas participadas e localizadas para fazer face às necessidades e problemáticas especificas.

No final, tempo ainda para uma atuação do corpo de dança Olipandó, da Pastoral dos Ciganos.

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