Intervenção social

Cuidar não tem idade – Todas as pessoas podem, todas as pessoas precisam

11, Agosto 2017

O envelhecimento da população é hoje uma realidade com múltiplas implicações para Lisboa. 24% dos seus habitantes têm mais de 65 anos. O crescimento da população idosa, que se verifica na maioria dos países desenvolvidos, traz uma série de desafios e precisa de medidas para garantir o envelhecimento activo, ao longo de toda a vida, numa cidade que se quer saudável. Saúde, habitação, emprego, transportes, nutrição e apoios sociais, entre outros, são questões centrais que exigem uma reflexão partilhada em nome dos direitos dos cidadãos. Por isso foi definida a Estratégia de Cidade para as Pessoas Idosas 2018 – 2026, que continua um esforço já em curso nas áreas da acessibilidade e dos transportes, fundamentais para os mais velhos. Actuando em áreas da informação das respostas disponíveis para esta população, desde a saúde às questões sociais, ou no aumento do serviço de teleassistência municipal, considerado fundamental por quem está a viver sozinho, mas também pelas famílias que desta forma podem ter informação mais próxima com os idosos. 

«Os Direitos Humanos estão nas nossas mãos». Literalmente. Este é o mote para a campanha de sensibilização que está já nas ruas de Lisboa, dedicada aos direitos de todos. Abordando questões que dizem respeito a cada um de nós. 

Desde a necessidade de abrigo, porque podemos um dia ser sem abrigo, às questões da igualdade, que precisam de passar das palavras para se tornarem uma realidade. Da violência doméstica, porque amar não é magoar, até à necessidade de promover a conciliação entre as diferentes vertentes da vida, o lado profissional, familiar e pessoal. São muitas as matérias desta campanha da Câmara Municipal de Lisboa. Matérias abrangentes, como a inclusão - tema de Janeiro - ou mais directamente relacionadas com grupo específicos, como o problema do bullying que afecta tantas crianças e jovens nos nossos dias.

São doze meses de gestos que precisamos de fazer mais vezes. Para incentivar, apoiar, integrar, ou, quando é preciso, dizer basta. E fazer de 2017 um ano dedicado aos direitos humanos. 

Porque Somos os Direitos que Temos.

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