Intervenção social

Educação para os Direitos Humanos em exposição na Praça do Município

09, Setembro 2017
A luta contra a discriminação “é uma luta de todos os dias, uma luta contínua, nunca podemos pensar que o assunto está resolvido. Este é o entendimento da Câmara Municipal de Lisboa”.
  • Exposição “Os Direitos Humanos estão nas nossas mãos - Somos os Direitos que temos”
    Exposição “Os Direitos Humanos estão nas nossas mãos - Somos os Direitos que temos”
  • Exposição “Os Direitos Humanos estão nas nossas mãos - Somos os Direitos que temos”
    Exposição “Os Direitos Humanos estão nas nossas mãos - Somos os Direitos que temos”
  • Exposição “Os Direitos Humanos estão nas nossas mãos - Somos os Direitos que temos”
    Exposição “Os Direitos Humanos estão nas nossas mãos - Somos os Direitos que temos”
  • Exposição “Os Direitos Humanos estão nas nossas mãos - Somos os Direitos que temos”
    Exposição “Os Direitos Humanos estão nas nossas mãos - Somos os Direitos que temos”

A luta contra a discriminação “é uma luta de todos os dias, uma luta contínua, nunca podemos pensar que o assunto está resolvido. Este é o entendimento da Câmara Municipal de Lisboa”, afirmou o vereador dos Direitos Sociais.

João Afonso falava durante a inauguração da exposição “Os Direitos Humanos estão nas nossas mãos - Somos os Direitos que temos”, que teve lugar hoje na Praça do Município, em Lisboa, onde vai estar patente até ao final de setembro.

A exposição, representa algum do trabalho do município na educação para os Direitos Humanos, consubstanciada em duas campanhas de sensibilização que se cruzaram na cidade, ao longo deste ano: “Os Direitos Humanos estão nas nossas mãos” e “Somos os Direitos que temos”.

Lisboa, disse o vereador, “é o primeiro município na Europa com um programa local dedicado à Educação para os Direitos Humanos”.

Foi esse o caminho da autarquia nos últimos anos, sublinhou, considerando que “não é fácil é a boa compreensão dos direitos”. Em 2012, de acordo com dados do Eurobarómetro sobre Discriminação na União Europeia, revelados por João Afonso, “apenas 28% das pessoas em Portugal afirmavam conhecer os seus direitos”.

Para alterar este tendência, deu conta o vereador, "desde 2013, a câmara empenhou-se numa transformação profunda do seu trabalho em assuntos sociais", passando de um paradigma assistencialista para um paradigma de empoderamento e capacitação".

Anónimos heróis contemporâneos

Até ao final de setembro, as caras, e as mensagens, de Baraa, Bruno, Kiki, Cátia, Carla, Anselmo, Silvana, Cláudio e Diogo, vão estar na Praça do Município.

São estas as pessoas que “tiveram a coragem de enfrentar o estigma, de o dizer e dar a cara por esta luta”, por uma campanha que “procurou desconstruir estereótipos e preconceitos existentes na cidade de Lisboa”, realçou João Afonso.

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