Beato, Desporto, Marvila

Fernando Medina nos parabéns ao Clube Oriental de Lisboa

21, Outubro 2016
Nas celebrações dos 70 anos do Clube Oriental de Lisboa, Fernando Medina afirmou o orgulho da cidade naquele que é um dos seus clubes mais emblemáticos. São sete décadas de clube mas 105 anos de história, porque a vida do Oriental começou antes.

O Clube Oriental de Lisboa faz 70 anos e Fernando Medina esteve na sessão solene que assinalou a efeméride, em 21 de outubro, na sede da histórica coletividade alfacinha. Acompanhado pelo vereador do Desporto, Jorge Máximo, o presidente da Câmara Municipal saudou os dirigentes do clube e fez particularmente “uma sentida homenagem de todos os que ajudaram a construir e fazem hoje a realidade deste clube tão simbólico da cidade de Lisboa.”

Na sessão, em que foram entregues emblemas aos associados com 25 e 50 anos, o edil salientou “o trabalho árduo” de todas e todos quantos “ao longo dos anos deram o seu melhor de forma abnegada” para prestigiar as associações e afirmou “o orgulho de Lisboa neste clube, uma instituição com história mas sobretudo com um presente essencial na vida da cidade.”

Para além da competição, Medina salienta o papel do Oriental na formação desportiva e cívica de muitos jovens. Um clube eclético, “que se orgulha de ter no seu ADN a formação de centenas e milhares de jovens”, diz, e esse é o melhor garante do futuro do clube e no seu papel central na formação cívica.

Inserido na zona oriental de Lisboa, como o seu nome indica, Fernando Medina afirma tratar-se de “um clube virado para o futuro” e esse desígnio ganha hoje sentido reforçado. Porque, continua, “não tenho dúvida em afirmar que o futuro da cidade passa precisamente pelo desenvolvimento desta zona da cidade” realidade que começou com a requalificação da zona ribeirinha e vai continuar com projetos como o do Vale de Santo António, através do qual a autarquia pretende implementar um programa de renda acessível para os jovens. 

Mas o emprego e a dinamização da economia são também importantes, centrais, e o presidente da Câmara Municipal de Lisboa sublinha a importância da instalação do Hub Criativo do Beato nas instalações da manutenção militar. 

Também Jorge Máximo, que entregou nas mãos do presidente do clube uma lembrança da autarquia, referiu a importância do Oriental no futuro da cidade, particularmente inserido na estratégia da candidatura de Lisboa a Capital Europeia do Desporto 2021.

 

Uma história… que começou antes 

Comemorações animadas, como não podiam deixar de ser num clube com a história do Oriental, que foram marcadas ainda pela homenagem a três jogadores da fundação do clube: Rogério Lantres de Carvalho (Rogério Pipi), Mário Luz e José Roçado.

Antes, Fernando Nabais, presidente do Oriental, convocou o “lema particular” deste aniversário - 70 anos de vida… 105 anos de história -  para lembrar que embora o Clube Oriental de Lisboa tenha nascido com aquele nome em 8 de agosto de 1946, por fusão de três clubes da zona, a sua vida começou de facto em 1911, quando “um grupo de rapazes novos se se juntaram para formar o Clube Futebol de Chelas”.  

Fernando Nabais afirma o orgulho do clube em ter na sua sigla a palavra Lisboa e lembra que das duas freguesias existentes na altura da formação naquela zona oriental da cidade - Beato e Olivais -, Marvila foi criada mais tarde e hoje o clube representa também a recente criada freguesia do Parque das Nações. De resto as quatro freguesias estiveram representadas no evento e o presidente do Oriental afirma peremptoriamente que o clube quer continuar a representar toda esta zona de Lisboa. 

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