Comercio, Investir, Município

Fernando Medina orador convidado em evento da Câmara de Comércio Americana

06, Fevereiro 2018
Lisboa passou a integrar a pequena liga das grandes capitais do mundo, do ponto de vista do seu posicionamento, deixando de ser só a capital de um pequeno país europeu. A afirmação é de Fernando Medina, convidado e orador no almoço promovido hoje pela Câmara de Comércio Americana.
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Hoje, Lisboa é equacionada como ponto de investimento, de atração de residência e de emprego, “como as principais cidades do mundo”. Lisboa, passou para a linha da frente do que são as cidades globais, disse o presidente da Câmara Municipal de Lisboa.

No momento em que “a mudança está a acontecer, aconteceu”, a autarquia, assumiu, tem de ter a “capacidade estratégica de perceber qual é a nossa missão fundamental”. A missão, entende o autarca, é definir “o que precisamos de fazer para continuarmos nesta liga, continuarmos a crescer nesta liga e não voltar para trás”.

O desafio, para Medina, é continuar a crescer, mas de uma forma sustentável a médio e longo prazo, focada essencialmente em três ideias de fundo; a economia, a qualidade de vida e a coesão social.

Numa “cidade de serviços”, como salientou, Lisboa tem de ter a capacidade de atrair e reter mais talento, que passa, também, pela abertura e capacidade de receber e acolher pessoas, qualquer que seja a sua proveniência. Esta nova realidade, alertou, coloca o desafio à cidade de aumentar a oferta da área de escritórios de qualidade.

O turismo, foi outro setor realçado pelo autarca, que o considerou “um grande motor da economia da cidade”, com valores na ordem dos 6 mil milhões de euros só em Lisboa.

Também a qualidade de vida que Lisboa oferece, considerou, tem sido importante para a cidade criar riqueza e atrair talentos. Medina anunciou que o “investimento no espaço público vai continuar”, nomeadamente com a continuação de intervenções na Frente Ribeirinha: abertura para breve do Campo das Cebolas, recuperação da Estação Sul-Sueste, toda a frente da Doca da Marinha, e a requalificação de todo o espaço público até Santa Apolónia. Na zona central, a Praça de Espanha vai sofrer uma transformação, que terá “o dobro da dimensão do Jardim da Estrela”.

No final da sua intervenção, Fernando Medina deixou uma palavra para a importância de trabalhar no sentido de garantir a integração e coesão social. “A falta de coesão vai ser um adversário do crescimento económico”, frisou, apontando, também internamente, o caso de alguns bairros de Lisboa em que cerca de 30% dos alunos não concluem o ensino secundário, o que vai “comprometer a nossa base de desenvolvimento, hipotecar a nossa capacidade de formação de talentos”. Temos, concluiu, de estar atentos, e criar condições para que ninguém fique para trás.

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