Cultura e Lazer, Município

Festival Eurovisão da Canção 2018 - a vitória de Lisboa

13, Maio 2018
Caiu o pano sobre a edição deste ano do Festival Eurovisão da Canção. Israel venceu pela quarta vez o evento numa vitória partilhada com a cidade que o acolheu. Minutos antes do inicio do espectáculo o presidente da Câmara de Lisboa falava do “sentimento de orgulho pelo trabalho feito”.
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Com os olhos postos em Lisboa estiveram mais de 200 milhões de espetadores que assistiram à vitória de Israel, país que obteve maior pontuação (529 pontos), atribuída pelos cidadãos de cada país e pelos júris nacionais dos 43 países que participaram na edição deste ano.

“Um momento de projecção de Lisboa e de Portugal no mundo”, disse Fernando Medina que, acompanhado pelo primeiro-ministro António Costa, assistiu à final que teve lugar no Altice Arena.

O sucesso desta edição é a prova de “como foi possível organizarmos bem este evento” realçou o presidente da autarquia não tendo dúvidas que “quer a cidade, quer o país irão nos próximos anos colher frutos e benefícios deste extraordinário investimento". 

Para a história desta 63ª edição do Festival Eurovisão da Canção fica a vitória da israelita Netta que, com o tema "Toy", sucede a Salvador Sobral, vencedor em 2017 e protagonista de um dos momentos altos desta final. 

A canção portuguesa, "O Jardim", defendida por Cláudia Pascoal e escrita por Isaura, ficou em último lugar.

Dezenas de milhares no Eurovision Village e nas ruas

Enquanto decorria o Festival no Altice Arena, dezenas de milhares de fãs de todas as nações concorrentes enchiam por completo o recinto da Eurovision Village, no Terreiro do Paço, acompanhando a competição através do ecrã gigante e agitando as bandeiras nacionais cada vez que o nome do seu país se fazia ouvir.

Espanhóis e ingleses, chegados expressamente para o evento, constituíam as claques mais numerosas e ruidosas, mas os ucranianos radicados em Portugal também faziam vingar as cores da sua bandeira. Mas, quando suou a vitória israelita, foram dezenas de bandeiras com a estrela de David que emergiram sobre a multidão.

O Eurovision Village, organizado pela autarquia da capital, permitiu assim que dezenas de milhares de visitantes e de lisboetas pudessem viver em direto o grande acontecimento, proporcionando emoção e convívio falado a várias línguas. Momentos após o encerramento do Festival, um pequeno exército de funcionários municipais procedeu à limpeza do recinto no Terreiro do Paço e das zonas envolventes, repondo em pouco tempo as melhores condições na principal sala de visitas da capital.

Contudo, o impacto deste grande evento espalhou-se um pouco por toda a cidade. Na zona do Cais do Sodré, no Bairro Alto, no Intendente e noutras zonas do centro histórico, milhares de fãs continuaram a viver a experiência festivaleira nos bares e demais locais de diversão noturna noite dentro. Constatando o facto, o presidente da CML, Fernando Medina, declarou que "dezenas de milhares de fãs encheram por completo a cidade e vibraram com todos os espetáculos que a organização proporcionou".

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