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Figurões de Torres Vedras fazem boa figura em Lisboa

30, Janeiro 2016
  • Desfile do Carnaval de Torres Vedras em Lisboa
    Desfile do Carnaval de Torres Vedras em Lisboa
  • Reis do Carnaval, Catarina Albergaria e Carlos Bernardes, no Rossio
    Reis do Carnaval, Catarina Albergaria e Carlos Bernardes, no Rossio
  • Desfile do Carnaval de Torres Vedras em Lisboa
    Desfile do Carnaval de Torres Vedras em Lisboa
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    Desfile do Carnaval de Torres Vedras em Lisboa
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  • Catarina Albergaria recebe foliões
    Catarina Albergaria recebe foliões
  • Catarina Albergaria recebe foliões
    Catarina Albergaria recebe foliões
  • Catarina Albergaria recebe foliões
    Catarina Albergaria recebe foliões
  • Desfile do Carnaval de Torres Vedras em Lisboa
    Desfile do Carnaval de Torres Vedras em Lisboa
  • Desfile do Carnaval de Torres Vedras em Lisboa
    Desfile do Carnaval de Torres Vedras em Lisboa

Antecipando "seis dias de folia”, do “Carnaval mais português de Portugal", o centro histórico de Lisboa recebeu dia 30 de janeiro, uma vez mais, uma embaixada do Carnaval de Torres Vedras. Cerca de 400 pessoas desfilaram ao final da manhã entre a Praça Luis de Camões, Rua Garret e Rua do Carmo até à Praça D. Pedro IV (Rossio).

"Figuras e Figurões", como os poetas Camões, António Ribeiro (Chiado), e Fernando Pessoa, ou Vítor Melicias, percorreram demoradamente as ruas da Baixa/Chiado, para delicia e admiração dos muitos turistas, e lojistas, que fizeram uma merecida pausa.

Catarina Albergaria, vereadora da Educação da Câmara Municipal de Lisboa, recebeu no Rossio o presidente da Câmara Municipal de Torres Vedras, Carlos Bernardes, que se fez acompanhar de um cortejo de onde não faltaram os reis do carnaval, cabeçudos, matrafonas, cerca de meia centena de motards, e membros da Confraria.

Para Catarina Albergaria, ela própria uma entusiasta do carnaval de Torres Vedras, que bem conhece, como fez questão de salientar, esta é uma forma de Lisboa dar a conhecer a todo o país, e aos turistas que nos visitam, o carnaval "mais português de Portugal". A receção que já se tornou um hábito na capital, espera contribuir para “aumentar o numero de visitantes”, disse a vereadora.

Carlos Bernardes, que, como é tradição, ofereceu à anfitriã um cesto de produtos hortícolas e azeite da região, aproveitou o momento para deixar um apelo ao governo para que “dê tolerância de ponto” na terça feira. O impacto na economia local seria significativo, reforçou o autarca, garantindo o retorno de um investimento que é “o  maior dos últimos seis anos”.

Este ano, nos seis dias e cinco noites que duram os festejos, a cidade espera receber cerca de 350 mil pessoas. De 5 a 10 de fevereiro, “faça chuva ou faça sol”, a organização garante que todos podem “fazer um figurão”.

Apelando à participação das gentes da terra, todos são convidados a participar no Corso Trapalhão, dia 8 a partir das 21 horas. “ Tem trapinhos antigos lá por casa? Óculos, penas, chapéus? Traga o que quiser, mas traga e junte-se aos milhares que fazem deste corso uma verdadeira trapalhada”, desafia a organização, que impõe uma só condição: “para os homens há dress-code: matrafona!”.

Se no Rossio se antecipa já o Carnaval, ali mesmo ao lado, na Praça do Martim Moniz, a capital tem oportunidade de reviver o Ano Novo. Lisboa volta a acolher as celebrações do Ano Novo Chinês, uma tradição secular ímpar na história da humanidade repleta de atrativos mitológicos e fantásticos, numa iniciativa da Embaixada da República Popular da China e da Câmara Municipal de Lisboa.








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