Beato, Educação, Segurança

Junta do Beato ensina alunos a reagir a incêndios

24, Novembro 2014
  • Simulacro de incêndio e evacuação na EB1 do Beato
    Simulacro de incêndio e evacuação na EB1 do Beato
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  • Simulacro de incêndio e evacuação na EB1 do Beato
    Simulacro de incêndio e evacuação na EB1 do Beato

A Junta de Freguesia do Beato e a EB1 do Beato (Manutenção Militar), realizaram, dia 24 de novembro, um simulacro de incêndio e evacuação no interior das instalações da escola. Cinco minutos bastaram para que as 87 crianças, acompanhadas de 4 professores, saíssem ordeiramente das salas de aulas e se dirigissem para o ponto de encontro, onde aguardaram, serenamente, por instruções das "equipas de intervenção e comando".

Coordenadas pelo Serviço Municipal de Proteção Civil de Lisboa (SMPC), as equipas deram boa conta do trabalho prévio de formação e treino, dos alunos e professores, "realizado no último mês" pelo gabinete de proteção civil da Junta do Beato. No local, estiveram ainda representantes da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e, no âmbito da "colaboração entre as freguesias", representantes da Junta de Freguesia do Parque das Nações.

Um trabalho que também abordou alguns procedimentos em de rotina caso de sismo - "baixar, proteger, agarrar" -, quer na escola, quer em casa, como salientou Luis Miguel, coordenador do exercício, que considerou as crianças "preparadas".

A segurança nas escolas do ensino básico, é um dos objetivos do SMPC, que disponibiliza aos pais e professores, através do programa "Tinoni e Companhia"  um conjunto de recomendações para uma "atuação correta e organizada face a uma situação de emergência".

Semestralmente, aconselha o SMPC , deve realizar-se um "exercício de evacuação das instalações", e, de 3 em 3 anos, devem ser realizados "simulacros com a colaboração dos Bombeiros e da Proteção Civil Municipal, que, em conjunto com as escolas, definem o cenário mais adequado".

Para os técnicos da autarquia, o plano de prevenção e emergência, "por mais bem concebido que seja, perde toda a sua eficácia se não forem realizados exercícios práticos destinados a verificar periodicamente a sua operacionalidade".

O vereador da Proteção Civil, Carlos Manuel Castro, anunciou recentemente o desenvolvimento - em 2015, quando se assinalam os 260 anos do sismo de 1755 -, de "planos locais de emergência à escala micro", em articulação com os agentes locais e com as juntas de freguesia.

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