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Mais 15 programadores formados pela Academia de Código

15, Abril 2016
Muitas semanas de aprendizagem intensiva, 15 jovens desempregados ou com vontade de mudar, uma empresa incubada na Startup Lisboa e o apoio da Câmara Municipal de Lisboa: a cidade conta com novos programadores e aposta no futuro!

São jovens, alguns desempregados e outros que decidiram mudar de atividade, integraram com sucesso o segundo grupo de formandos num curso de linguagem de programação promovido pela Academia de Código, uma empresa incubada na Startup Lisboa. A entrega dos diplomas decorreu em 15 de abril nas instalações daquela incubadora, com a participação do vice-presidente da autarquia e responsável pelo pelouro da Economia e Inovação, Duarte Cordeiro.

O anterior curso redundou na empregabilidade total dos formandos e os responsáveis esperam agora idênticos resultados. Disso dá conta Domingos Guimarães, cofundador da Academia de Código, que adianta ainda “o sonho” de poderem contribuir para a empregabilidade de dez mil pessoas até 2020.

 

Um projeto extraordinário

Criação de emprego é a grande virtude que Duarte Cordeiro identifica neste “projeto extraordinário”. A formação mune os jovens de “uma ferramenta fundamental para mercado de trabalho” e o vice-presidente da autarquia vê na Academia de Código um projeto que contribuiu para preparar o futuro da cidade de Lisboa respondendo às expectativas de “pessoas qualificadas que pretendem ser felizes.” Ao mesmo tempo “retendo jovens e qualificação”, frisa. 

Duarte Cordeiro salienta ainda que o ensino da linguagem de programação a alunos do ensino básico, iniciado no ano passado em Lisboa pela Academia de Código e a Câmara Municipal (projeto Academia de Código Júnior), constituiu um êxito que se expande agora por todo o país e a todos os níveis de ensino. “A partir de Lisboa nasce um projeto que vai contagiar o país inteiro”, diz. 

André, formado em cinema e vídeo, trabalhava em audioivisuais mas a programação sempre o entusiasmou e por isso concorreu à formação da Academia de Código. Está confiante no futuro, diz, manifestando-se contente com o curso. Já a jovem Mariana, formada em engenharia mecânica, trabalhava numa empresa de petróleo mas foi abrangida por um despedimento colectivo e encontrou no curso a solução para “não ficar parada”, que respondia também a “uma das áreas que gosta”.

Mas a “viagem” começou antes e António, um ex-arquitecto que integrou os primeiros “aventureiros”, relata de viva voz a transformação que o projeto “Academia de Código” permitiu na sua vida “em tempo record”. Atualmente trabalha numa empresa de desenvolvimento de sítios na internet (Web developer) e afirma fazer o gosta, não “sem esforço e dedicação”, frisa. 

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