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Na rota da participação

19, Novembro 2017
Foram vários os locais a visitar neste OP Challange, não tantos quantos aqueles que o Orçamente Participativo já inscreveu na cidade, mas o desafio foi cumprido e resultou, sobretudo, num dia animado a lembrar as vantagens da democracia participativa.

O que liga um memorial a José Afonso no Jardim das Francesinhas ao coreto do Largo da Graça e a um mural na Rua Adriano Correia de Oliveira? Podíamos falar ainda da Startup Lisboa, do Centro de Artes de Carnide, do Corredor Verde, da Estátua de D. Nuno Álvares Pereira ou de tantos outros locais/projetos da cidade hoje indissociavelmente ligados ao Orçamento Participativo, que ao completar dez anos realizou uma verdadeira aventura pelos caminhos da participação: o OP Challange. 

Bem cedo as equipas juntaram-se no Campo Grande e daí partiram para o grande desafio, que consistia em visitar vários locais da cidade com projetos do Orçamento Participativo já implementados e participar nas atividades propostas. Antes, foi preciso descarregar a aplicação móvel com os dados georreferenciados. 

E foi no Largo da Graça, precisamente junto ao coreto instalado naquela praça de Lisboa fruto de um projeto vencedor do Orçamento Participativo, que encontrámos a equipa vencedora da jornada, os "OphaLisboa". A Paula, a Vanessa, a Ana Sofia e a Dina Santos, que costuma participar na Orçamento Participativo e liderou o grupo. Na altura desconheciam, mas já no Campo Grande, no final da prova, ficaram a saber que era sua a vitória do concurso. 

Uma jornada animada e aberta à participação de todas e de todos sem excepção, a prová-lo está a chegada da pequena Júlia, que com os seus onze meses e acompanhada pelos pais, Gualter e Vanda, vinha sorridente no final. Integrou a equipa "Perdidos por Lisboa", não quis prestar declarações mas ficará conhecida, seguramente, como a mais jovem participante desta edição. 

No final houve tempo para brindes e agradecimentos pelo dirigente municipal Paulo Francisco, os rostos espelhavam um misto de cansaço e satisfação. Fica a vontade do próximo OP Challange. Que, diga-se, não acaba aqui, pois foram muitas as fotos tiradas durante esta odisseia e agora passamos à fase seguinte, pois é preciso votar e escolher a melhor. Vamos lá? 

Pois é... o Orçamento Participativo não pára nunca. É um desafio constante, porque Lisboa merece! 

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