Investir, Município, São Vicente

Polo de indústrias criativas e culturais no Mercado de Santa Clara

21, Julho 2017
O projeto foi apresentado no espaço, durante um evento que contou com uma mostra de projetos, workshops e o lançamento de concurso para a adaptação do mercado, a cargo da Trienal de Arquitetura de Lisboa.

“Este é um dia que vem consolidar um conjunto de ambições que temos para a cidade e uma delas é transformar Lisboa numa das cidades europeias mais criativas, competitivas e inovadoras”, disse o vice-presidente da Câmara Municipal, Duarte Cordeiro, na apresentação do projeto de transformação do Mercado de Santa Clara num polo para as indústrias criativas e culturais. No evento, que decorreu naquele equipamento municipal e contou com uma mostra de criativos e workshops, foi ainda lançado o concurso de ideias para a adaptação do mercado. 

A interconexão entre cultura e economia é uma relação fundamental na dinamização das indústrias criativas, adiantou Duarte Cordeiro, também responsável pelo pelouro da Economia e Inovação, que explica tratar-se de um projeto partilhado com o pelouro da Cultura e a Junta de Freguesia de São Vicente, que esteve representada pela sua presidente, Natalina Moura.  

Lisboa tem um forte potencial para o crescimento das criativas, afirma ainda o vereador, que enfatiza o trabalho feito pela cidade nos últimos anos, particularmente na criação de espaços como o FabLab, o Centro de Inovação da Mouraria ou o Polo Cultural das Gaivotas. “Mas temos muito trabalho a fazer e projetos de grande dimensão que apresentaremos em breve”, sublinha, fazendo referência ao MUDE e ao Hub Criativo do Beato. 

A estratégia para o novo espaço, apresentada pelo responsável das Criativas de Lisboa, Bernardo Gaeiras, passa pela criação de uma montra de projetos criativos na nave central do mercado e a realização de várias iniciativas, e Duarte Cordeiro afirma a pretensão de que “seja participada por todos”. O espaço é para toda a cidade, mas “queremos que seja também um espaço com forte enraizamento na comunidade, no bairro e na freguesia em que se insere”, conclui. 

Para já avança o concurso de ideias para a adaptação da nave central do mercado, que inclui uma zona polivalente, loja e zona de restauração. José Mateus, presidente da Trienal de Arquitetura de Lisboa, apresentou o concurso, que decorre até 9 de outubro e pode ser consultado no sítio daquela organização na internet

No evento interveio ainda o vice-presidente do Clube Criativos de Portugal, Ivo Puris

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