Ambiente

Fundo Ambiental apoia projeto TRAUMA do Centro de Recuperação de Animais Silvestres

02, Dezembro 2019
Centro de Recuperação de Animais Silvestres de Lisboa (CRAS) vê aprovada a candidatura ao Fundo Ambiental para desenvolver o Projeto TRAUMA, e vai iniciar novas linhas de vigilância, técnicas de diagnóstico e terapêuticas.
  • Centro de Recuperação de Animais Silvestres vai iniciar novas linhas de vigilância, técnicas de diagnóstico e terapêuticas
    Centro de Recuperação de Animais Silvestres vai iniciar novas linhas de vigilância, técnicas de diagnóstico e terapêuticas
  • Centro de Recuperação de Animais Silvestres vai iniciar novas linhas de vigilância, técnicas de diagnóstico e terapêuticas
    Centro de Recuperação de Animais Silvestres vai iniciar novas linhas de vigilância, técnicas de diagnóstico e terapêuticas
  • Centro de Recuperação de Animais Silvestres vai iniciar novas linhas de vigilância, técnicas de diagnóstico e terapêuticas
    Centro de Recuperação de Animais Silvestres vai iniciar novas linhas de vigilância, técnicas de diagnóstico e terapêuticas
  • Centro de Recuperação de Animais Silvestres vai iniciar novas linhas de vigilância, técnicas de diagnóstico e terapêuticas
    Centro de Recuperação de Animais Silvestres vai iniciar novas linhas de vigilância, técnicas de diagnóstico e terapêuticas

O projeto beneficia financeiramente do Fundo Ambiental de apoio a Centros que integram a Rede Nacional de Centros de Recuperação para a Fauna, e vai permitir ao CRAS iniciar novas linhas de vigilância, técnicas de diagnóstico e terapêuticas.

As novas técnicas, são fundamentais para aprofundar o conhecimento sobre algumas das grandes ameaças às aves de rapina, em particular a eletrocussão, o tiro e a contaminação por chumbo, responsáveis por grande parte das admissões de aves traumatizadas no CRAS.

Munido de melhores meios de diagnóstico, indispensáveis à recuperação de espécies feridas ou debilitadas, e alinhado com a preocupação crescente dos cidadãos com o ambiente e a conservação da natureza, o Centro de Recuperação de Animais Silvestres poderá continuar, deste modo, a funcionar em prol da conservação de espécies ameaçadas como a águia imperial-ibérica, a águia de Bonelli, a cegonha-negra, o falcão-peregrino, o falcão abelheiro ou a águia pesqueira.

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