Mobilidade, Município, Urbanismo

Qualidade de vida impõe restrições à circulação de autocarros turísticos em Lisboa

09, Agosto 2017

Face aos constrangimentos na circulação rodoviária, à emissão de gases poluentes, à degradação de monumentos e do espaço público e aos impactos negativos na qualidade de vida dos moradores provocados pelo forte incremento de autocarros turísticos em Lisboa, particularmente no centro histórico, a Câmara Municipal decidiu restringir a circulação destas viaturas em alguns locais da cidade.

Nesse sentido, os veículos pesados de passageiros ocasionais deixam de poder circular a partir de agosto nos acessos à Sé, ao Castelo de São Jorge e ao Largo do Chafariz de Dentro. Exceptuam-se os acessos de viaturas da CARRIS, serviços turísticos autorizados e veículos ocasionais com lotação máxima de nove lugares. Apenas com autorização prévia da Câmara Municipal de Lisboa, e excepcionalmente, poderão circular naqueles locais viaturas com lotação superior a nove lugares.

As restrições e premissas excepcionais de circulação aplicam-se, a partir de 1 de Setembro próximo, ao eixo Cais do Sodré – Rato

Com o objetivo de operacionalizar estas medidas, são reservados lugares de estacionamento de autocarros turísticos na Avenida Infante D. Henrique (Santa Apolónia), na Avenida 24 de Julho (Santos) e no Marquês de Pombal (Parque Eduardo VII). Estão ainda localizadas paragens para tomada e largada de passageiros nas traseiras do Museu do Fado e nos Restauradores.

A Câmara Municipal de Lisboa está ainda a estudar medidas com os mesmos objectivos para aplicar a médio prazo no eixo Infante Santo – Estrela – Rato - Alexandre Herculano - Praça do Chile e Santa Apolónia

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