Urbanismo

Edifício icónico valoriza a requalificação da Praça de Espanha

31, Janeiro 2017
Com uma área de 9 600 metros quadrados, a nova sede do Banco Santander Totta dá mais brilho ao projeto de reconversão da Praça de Espanha, em curso.

O primeiro-ministro António Costa e o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina, participaram em 31 de janeiro na inauguração da nova sede do Banco Santander Totta, perto da Praça de Espanha, que contou com a presidente do Grupo Santander, Ana Botin, e do presidente do Banco, António Vieira Monteiro.  

“A cidade vive tempos de otimismo, mas foi em momentos menos felizes que muitos acreditaram em Lisboa. Hoje temos um projeto qualificante da cidade na Praça de Espanha, numa zona que não era particularmente brilhante“, referiu Fernando Medina, agradecendo ao grupo e ao arquiteto Frederico Valsassina.

António Costa sublinhou um contexto positivo da situação económica que se vive no país e salientou a “excelência deste trabalho”, recordando que foi através da permuta de um talude que servia para um outdoor a publicitar o Jardim Zoológico, com três edifícios do Santander, que foi iniciada a sede deste Banco. Uma permuta promovida pela autarquia, quando ainda era seu presidente.  

O novo edifício operacional, da autoria do arquiteto Frederico Valsassina, ocupa uma área total de 9 600 metros quadrados e passará a acolher 2 200 pessoas. Apresenta uma traça arquitetónica muito original, onde todos os pormenores foram pensados no que respeita à eficiência, sustentabilidade e impacte visual. Um projeto arrojado e integrado no volume já existente, que vence a inclinação da encosta de forma a ficar inserido na paisagem.

No total são três blocos semi-enterrados em redor do edifício já existente e que vão estar interligados internamente: um, paralelo à Avenida Calouste Gulbenkian (bloco A), outro na fronteira com a ciclovia (corredor verde) e virado para a Universidade Nova (bloco B), o outro conjugando a sua construção em altura com a subterrânea (bloco C).

Este é um edifício icónico da cidade de Lisboa, funcional e principalmente amigo do ambiente, que vem ao encontro do projeto de reconversão da Praça de Espanha, que a autarquia tem em curso.

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