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Praça de Santa Apolónia

LOCALIZAÇÃO DA ÁREA DE INTERVENÇÃO

Freguesia: Santa Maria Maior

A solução integrada da requalificação do Espaço Público passa pelo reordenamento de um espaço público que se encontra muito descaracterizado, pelas soluções viárias adoptadas no passado, através da criação de um espaço de giração estruturante e central a toda a área de Santa Apolónia.

A área da intervenção é delimitada a norte pelos edifícios da Estação de Santa Apolónia e do Museu e Arquivo Militar na continuidade da frente edificada da cidade histórica e a sul pelas áreas de intervenção do futuro Terminal de Cruzeiros de Lisboa, naquele que constitui o limite das áreas de jurisdição da APL;

Área aproximada de intervenção:  21.880 m2

Objetivos

  • Integrar no novo desenho as carreiras de transportes públicos existentes, e em particular, o prolongamento da linha do eléctrico ao longo da Avenida Infante D. Henrique até à Praça de Artilharia;
  • Requalificar o Largo do Museu Militar, incluindo as necessidades de estacionamento público e privado, os acessos e a envolvente ao Museu Militar e à 15ª Esquadra da PSP;
  • Integrar no desenho do Largo dos Caminhos de Ferro, a praça de táxis e os locais de tomada e largada de passageiros;
  • Integração da Instalação Artística de “Land Art” prevista para o local;
  • Compatibilização com as áreas exteriores pertencentes ao novo Terminal de Cruzeiros de Lisboa;
  • Desenho dos percursos cicláveis e de mobilidade suave em toda a área de intervenção;
  • Reforço da arborização existente;
  • Criação de condições técnicas para remoção dos cabos de telecomunicações das fachadas para o subsolo.
  • Requalificação da Iluminação Pública de acordo com as orientações dos competentes serviços da CML;

Linhas de Ação Principais

  • Requalificação do espaço público através da criação de uma “porta” da cidade histórica;
  • Potenciar os modos suaves de mobilidade: pedonal e ciclável;
  • Incrementar a relação entre a cidade e rio;
  • Criação de áreas de recreio e lazer para utilização da população;
  • Valorização e enquadramento do património arquitetónico existente;
  • A sua apropriação e utilização por todos os cidadãos, sejam eles moradores, passantes ou turistas;