82ª Feira do Livro de Lisboa

Abril 27, 2012
Array

O maior certame da cidade e do país dedicado ao livro e à leitura inaugurou no passado dia 24 de abril com a participação de Paulo Teixeira Pinto, presidente da APEL no último ano de mandato, a vereadora da Cultura da autarquia de Lisboa, Catarina Vaz Pinto e o secretário de estado da Cultura Francisco Jose Viegas. 

Ainda se ultimavam os últimos preparativos em vários dos pavilhões dos 112 participantes deste ano quando a cerimónia de abertura da 82 Feira do Livro de Lisboa teve lugar numa das praças centrais da feira. 

Na presença de muitos convidados, entre os quais o ministro dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, o procurador-geral da República, Pinto Monteiro e o presidente do CCB Vasco Graça Moura, o presidente da APEL (Associação Portuguesa de Editores e Livreiros) naquele que disse ser o último ano do seu mandato, referiu o esforço de todos ao conseguir levar a cabo mais uma edição da feira num contexto de crise económica como o que se vive atualmente. Paulo Teixeira Pinto lembrou ainda o processo que pôs fim a 12 anos de separação entre a APEL e a UEP (União dos Editores Portugueses) enquanto sinal de construção de consensos que o setor do livro foi capaz de concretizar. 

A vereadora da cultura da CML, Catarina Vaz Pinto, felicitou mais uma vez a capacidade de trabalho conjunta entre a CML, parceira de longa data da feira do livro, e a APEL e lembrou a presença das bibliotecas municipais na feira enquanto polo de proximidade, promotor da literacia no seio da comunidade e o papel de dinamização e animação que desempenha em todas as feiras do livro. Sob o signo da eleição do fado à categoria de património da humanidade, Catarina Vaz Pinto, lembrou o papel da cultura como fator dinamizador e económico de promoção da cidade. 

Por fim o secretário de estado da Cultura usou da palavra para felicitar a concretização de mais esta edição da feira lembrando a independência dos editores e livreiros na dinamização do setor, o papel económico do livro, referindo que um país “sem autores é um país condenado à irrelevância”. Aproveitando o momento, Francisco José Viegas, referiu ainda a pretensão do governo em adotar medidas de combate à pirataria e de promoção dos direitos de autor.  

A rede de bibliotecas municipais da CML marca uma forte presença na feira, como vem sendo habitual, dedicando a programação deste ano à lusofonia. Nesse sentido foi construída todo um conjunto de atividades dedicada a homenagear os países de língua portuguesa onde não falta a participação das várias expressões artísticas como o teatro, dança, música e, naturalmente, a literatura.

A feira estará aberta ao público até dia 13 de maio.  O maior certame da cidade e do país dedicado ao livro e à leitura inaugurou no passado dia 24 de abril com a participação de Paulo Teixeira Pinto, presidente da APEL no último ano de mandato, a vereadora da Cultura da autarquia de Lisboa, Catarina Vaz Pinto e o secretário de estado da Cultura Francisco Jose Viegas. 

Ainda se ultimavam os últimos preparativos em vários dos pavilhões dos 112 participantes deste ano quando a cerimónia de abertura da 82 Feira do Livro de Lisboa teve lugar numa das praças centrais da feira. 

Na presença de muitos convidados, entre os quais o ministro dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, o procurador-geral da República, Pinto Monteiro e o presidente do CCB Vasco Graça Moura, o presidente da APEL (Associação Portuguesa de Editores e Livreiros) naquele que disse ser o último ano do seu mandato, referiu o esforço de todos ao conseguir levar a cabo mais uma edição da feira num contexto de crise económica como o que se vive atualmente. Paulo Teixeira Pinto lembrou ainda o processo que pôs fim a 12 anos de separação entre a APEL e a UEP (União dos Editores Portugueses) enquanto sinal de construção de consensos que o setor do livro foi capaz de concretizar. 

A vereadora da cultura da CML, Catarina Vaz Pinto, felicitou mais uma vez a capacidade de trabalho conjunta entre a CML, parceira de longa data da feira do livro, e a APEL e lembrou a presença das bibliotecas municipais na feira enquanto polo de proximidade, promotor da literacia no seio da comunidade e o papel de dinamização e animação que desempenha em todas as feiras do livro. Sob o signo da eleição do fado à categoria de património da humanidade, Catarina Vaz Pinto, lembrou o papel da cultura como fator dinamizador e económico de promoção da cidade. 

Por fim o secretário de estado da Cultura usou da palavra para felicitar a concretização de mais esta edição da feira lembrando a independência dos editores e livreiros na dinamização do setor, o papel económico do livro, referindo que um país “sem autores é um país condenado à irrelevância”. Aproveitando o momento, Francisco José Viegas, referiu ainda a pretensão do governo em adotar medidas de combate à pirataria e de promoção dos direitos de autor.  

A rede de bibliotecas municipais da CML marca uma forte presença na feira, como vem sendo habitual, dedicando a programação deste ano à lusofonia. Nesse sentido foi construída todo um conjunto de atividades dedicada a homenagear os países de língua portuguesa onde não falta a participação das várias expressões artísticas como o teatro, dança, música e, naturalmente, a literatura.

A feira estará aberta ao público até dia 13 de maio.