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Projetos cofinanciados

RESilience to cope with Climate Change in Urban arEas - a multisectorial approach focusing on water

Call: H2020-DRS-2015
Topic:
DRS-09-2015
Type of action:
IA
Código da operação:
700174
Acrónimo:
RESCCUE
Designação da operação:
RESilience to cope with Climate Change in Urban arEas - a multisectorial approach focusing on water
Estado:
em curso (inicio a 1 maio 2016, 48 meses)

Descrição:
Comoas Nações Unidas afirmaram, a gestão de áreas urbanas tornou-se num dos mais importantes desafios do século XXI. Hoje vive-se num mundo de cidades, uma tendência que vai continuar a crescer no futuro. Presentemente, 54% da população mundial vive em áreas urbanas, valor que deverá aumentar para os 66%, em 2050.

As alterações climáticas constituem igualmente outra preocupação crescente, que coloca desafios ao modo de vida urbano. Um destes exemplos, é a possibilidade de  afectação  dos serviços urbanos básicos, como sendo o fornecimento de água ou de energia, e a interferência no funcionamento continuo da cidade.

RESilience to cope with Climate Change in Urban árEas (RESCCUE) – constitui uma abordagem multissectorial, estratégica e inovadora, virada para a construção e implementação de modelos e ferramentas informáticas, focadas no setor da água. A estratégia definida, pretende identificar directrizes para as cidades mundiais se tornarem mais resiliente aos desafios, físicos, sociais e económicos, e deste modo, contribuir para a preparação dos respetivos planos de resiliência.

Os modelos e ferramentas informáticas a construir pretendem em primeiro lugar, avaliar os impactos das alterações climáticas em vários sectores, e em seguida, interligá-los para avaliar a resiliência urbana actual baseada em cenários futuros. Os modelos e as ferramentas serão validados em três cidades diferentes, cuidadosamente selecionados pela sua representatividade em termos de diversidade europeia, clima e características: Barcelona, Lisboa e Bristol. As três cidades-piloto seleccionadas, estão integradas nas 100 Cidades Resilientes (100RC) da Fundação Rockefeller.Além disso, o plano de resiliência para cada uma dessas cidades será criado, com base no trabalho desenvolvido até ao momento, utilizando exemplos de lições apreendidas, modelos e ferramentas, bem como, situações vivenciadas, como o apagão elétrico sobreposto ao episódio de seca que afetou Barcelona em julho de 2007.

Esta abordagem centraliza-se nos riscos relacionados com o setor da água, no funcionamento da cidade e na diversidade e na quantidade de dados e informação existente para a gestão diraia e excepcional do sector da água.

 http://www.resccue.eu/

Parceiros:
1 AQUATEC PROYECTOS PARA EL SECTOR DEL AGUA SA Spain
2 CETAQUA, CENTRO TECNOLOGICO DEL AGUA, FUNDACIÓN PRIVADA Spain
3 FUNDACION PARA LA INVESTIGACION DEL CLIMA Spain
4 Opticits Spain
5 THE UNIVERSITY OF EXETER United Kingdom
6 LABORATORIO NACIONAL DE ENGENHARIA CIVIL Portugal
7 AJUNTAMENT DE BARCELONA Spain
8 FUNDACIO INSTITUT DE RECERCA DE L'ENERGIA DE CATALUNYA Spain
9 UN Habitat Belgium
10 ENDESA DISTRIBUCION ELECTRICA S.L Spain
11 CAMARA MUNICIPAL DE LISBOA Portugal
12 EDP DISTRIBUICAO ENERGIA SA Portugal
13 Hidra - Hidráulica e Ambiente Lda Portugal
14 BRISTOL CITY COUNCIL United Kingdom
15 Aqualogy Environment Limited United Kingdom
16 UrbanDNA solutions LLP United Kingdom
17 ADP - AGUAS DE PORTUGAL, SGPS SA Portugal
18 ECOLE DES INGENIEURS DE LA VILLE DE PARIS France

Operação Melhor Iluminação Pública em Lisboa

Designação da Operação: Operação Melhor Iluminação Pública em Lisboa
Código da Operação: LISBOA-02-0765-FEDER-000809
Investimento Total: 437.621,10 €
Investimento Elegível Aprovado: 291.955,89 €  
Taxa de financiamento: 50%
Comparticipação FEDER (Fundo Aprovado): 145.977,95 €
Estado: Concluída

Através da candidatura ao QREN/PORLisboa “Operação Lisboa-02-0765-FEDER-000809 – Melhor Iluminação Pública” a CML procedeu à substituição de todos os equipamentos de iluminação pública com tecnologia de vapor de mercúrio, sob sua gestão, por outras soluções energética e ambientalmente mais eficientes e menos poluentes (substituição por lâmpadas de vapor de sódio, luminárias de melhor rendimento e colocação de balastros electrónicos com redução de fluxo luminoso).

Deu-se, assim, cumprimento às medidas do Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética (PNAEE) - Resolução do Conselho de Ministros n.º 80/2008, como a do phase-out de lâmpadas de vapor de mercúrio na iluminação pública.
Esta intervenção em 2644 pontos de luz com lâmpadas de mercúrio, conduziu a uma poupança de cerca de 911 265 kWh/ano e de 81.103 €/ano.

Por outro lado, a CML candidatou também outra componente, com resultados mais intangíveis mas nem por isso menos importantes. Trata-se de melhorar o sistema de informação de apoio à gestão da iluminação pública, uma vez que as aplicações existentes careciam de integração, eram sectoriais, fragmentadas e de difícil actualização. Um bom sistema de informação é essencial para a tomada de decisões esclarecidas por parte da CML, bem como para dar uma resposta rápida e eficaz ao nível da manutenção dos cerca de 65.000 pontos de luz existentes na cidade.

Operação Integrada Ribeira das Naus/Terreiro do Paço

Designação da Operação: Operação Integrada Ribeira das Naus/Terreiro do Paço

Código da Operação: LISBOA-02-0741-FEDER-000705

Investimento Total: 13 825 529,02 €

Investimento Elegível Aprovado: 7 657 494,29 €

Taxa de financiamento: 65.00%, sobre o investimento total elegível

Comparticipação FEDER (Fundo Aprovado): 4 977 371,29 €

Estado: Concluída

A presente intervenção é um fator essencial no processo de requalificação da zona ribeirinha de Lisboa, em particular na zona mais central e monumental, recuperando a sua centralidade através da modernização das infraestruturas e dos espaços públicos e da atualização de usos e atividades.

Pretendeu-se com estas operações estimular e promover dinâmicas de apropriação e vivificação do espaço ribeirinho fronteiro à Baixa Pombalina, restabelecendo a relação física e funcional desta área da cidade com o rio, anteriormente confinada ao Cais das Colunas, local com um uso que demonstrava a apetência dos visitantes pelo contacto com o rio.
Melhorando-se a qualidade visual da paisagem urbana nesta zona, pretendeu-se ainda fomentar novas funções e dimensões urbanas que permitem conferir à cidade maiores capacidades de atracão funcional e simbólica.

A criação de um espaço público qualificado com uma evidente ligação ao rio Tejo é conseguida por um avanço de margem de cerca de 18 metros numa plataforma com uma suave pendente em direção ao rio, ligada à frente de rio do Terreiro do Paço, requalificada.

A invocação da memória do local, evidenciando a sua componente histórica é atingida com a revelação de estruturas pré-existentes (doca seca e doca da caldeirinha) bem como com a reinvenção das rampas de varadouro cobertas de vegetação, deste modo criando pontos de repouso e lazer.

A nascente desta área a articulação entre o espaço público da Ribeira das Naus e o espaço público do novo Terreiro do Paço que são, necessariamente, complementares entre si, constituiu o fator decisivo para entender a zona como um todo e para potenciar a implantação de atividades inovadoras e de qualidade, contrariando ao mesmo tempo processos de degradação física e funcional quer do parque edificado quer do espaço público.

Esta operação, embora mais centrada na Ribeira das Naus, viabilizou uma intervenção num espaço público mais alargado, garantindo que toda a área disponibiliza uma oferta mais enformada dos requisitos essenciais para incentivar a apropriação do espaço pelas pessoas e complementar as obras com um conjunto de equipamentos e atividades que promovem a dinâmica acrescida de acontecimentos.

Este renovado conjunto Ribeira das Naus/Terreiro do Paço proporciona aos utilizadores e visitantes condições para conforto e fruição plena do espaço e para a aquisição de bens e serviços materiais essenciais à vida moderna, tornando-o um local obrigatório de visita.

A operação integrada que se candidatou continha em si todas as operações previstas no Programa de Ação e foi apresentada num conjunto, de forma a permitir uma melhor compreensão das componentes que foram desenvolvidas:

Requalificação do espaço público: requalificação do espaço público que está na intersecção destes dois espaços permitindo ou potenciando a ligação (embrionária) da Ribeira das Naus com o Terreiro do Paço, criando assim um espaço público de circulação, permanência e contemplação, diferenciando formal e morfologicamente os dois espaços e tornando-os intrinsecamente complementares em termos funcionais, de enquadramento patrimonial e de usufruto.

Reapropriação da ligação terra/água: Recorte de uma linha de costa no sítio da Doca do Arsenal, tangencial ao Torreão Poente e continuidade do passeio pedonal do Terreiro do Paço, e determinação de um novo alinhamento de margem. Criação de uma nova frente marginal com uma extensão aproximada de 235 m (entre os edifícios das Agências Europeias e o limite este da Doca do Arsenal), destacando-se da frente do rio cerca de 18 metros numa Rampa espraiada ao rio que permitirá aproximar as pessoas da água e criar uma ambiência propícia ao estar e ao encontro criando assim um espaço singular de contacto com o Tejo.

Rede ciclável e Mobilidade Sustentada: Criação, na zona de intervenção da Ribeira das Naus, de infraestruturas dedicadas ao uso da bicicleta incluindo um corredor de circulação, o que contribui para a acalmia de tráfego viário e para a segurança pedonal.

Potenciação da fruição do espaço público: O projeto concretiza os princípios ao nível da uniformização/hierarquização do mobiliário urbano e sinalética (excluindo sinalização viária) e suportes publicitários no espaço público. As opções de mobiliário urbano e sinalética aliaram critérios estéticos e qualidade construtiva à sua funcionalidade, manutenção, resistência e conservação associando à qualidade estética global a integração, compatibilização e respeito pelos ambientes em que se localizam. Ao nível da iluminação urbana e ambiental a desenvolver considerou-se o enquadramento urbanístico e patrimonial dos objetos a iluminar e, em simultâneo, a iluminação criou uma ambiência específica sobre esta paisagem urbana.

Recriação e refuncionalização da Ribeira das Naus: Após os trabalhos arqueológicos que revelaram com maior rigor os contornos das estruturas documentadas em cartografia de 1939, teve lugar a execução do desaterro das estruturas preexistentes – a parte remanescente da doca seca, a sul, e a doca da caldeirinha, bem como os trabalhos acessórios que permitiram a exposição destas ao usufruto público, como o fecho da doca seca e pontão, o Viaduto sobre a Caldeirinha e a consolidação do fundo. Serão ainda construídas as fundações das rampas de varadouro no contexto da sua reinterpretação. Todos estes trabalhos estão incluídos nas duas empreitadas para a execução do espaço público e avanço de margem.

Centro de Interpretação do Sítio: Criação de um espaço interior nos pisos térreos do Terreiro do Paço que sirva de mostra de achados locais e também de apoio à aquisição de informação e conhecimento sobre a área e sua envolvente, com recurso à cooperação com museus sediados em outros pontos da cidade ou fora dela que, de alguma forma, tenham ligação com a história e património da área de intervenção. Pretende-se evocar com este centro a memória de centros de história de uma das zonas mais emblemáticas da cidade de Lisboa e de Portugal.

Candidatura aprovada em regime de aprovação condicionada – overbooking – programa de desenvolvimento de creches em Lisboa, Programa B.a.bá

Designação da Operação: Programa de Desenvolvimento de Creches em Lisboa - Programa B.á.Ba

Código da Operação: LISBOA-02-0741-FEDER-001113 

Custo Total: 7,021,218.26 Despesa total elegível 4,419,237.54 

Taxa de co-financiamento: 65,00% em overbooking 

Comparticipação (Fundo): 2,872,504.40

Data de inicio: 2013/03/18

Data de Conclusão: 2015/02/13

Descrição da operação: A operação "Programa de Desenvolvimento de Creches em Lisboa -Programa B.á.Ba teve 2 objetivos:1) Aumentar a taxa de cobertura das creches da rede pública face às necessidades identificadas, através da criação de 2.500 lugares; 2) Criar condições para a progressiva qualificação dos equipamentos existentes. A construção de 11 creches (9 creches duplas e 2 creches individuais) em 20 estruturas modelares, refere-se ao primeiro eixo deste programa e é o que se apresenta nesta candidatura. A conclusão deste primeiro eixo permitiu aumentar em 840 lugares a oferta disponível, atingindo assim uma cobertura de 42,8%, contribuindo para a aproximação da taxa mínima de referência da rede pública em Lisboa.

 

Candidatura aprovada em regime de aprovação condicionada – Overbooking – Mobilidade Territorial – Percursos e corredores cicláveis -Continuação

Designação da Operação: Percursos e corredores cicláveis -Continuação

Código da Operação: LISBOA-02-0650-FEDER-001206

Data de Início da Operação: 2009/10/15

Data de Conclusão da Operação: 2015/06/26

Custo Total: 995.173,12 €  

Custo Total Elegível: 995.173,12 €

Taxa co-financiamento: 65,00%

Comparticipação (Fundo): 646.862,53€ 

Esta candidatura designada por "Percursos e Corredores Cicláveis - Continuação/Corredor Central Bensaúde-Belavista" visa complementar a  rede de percursos e corredores cicláveis, rede essa que já foi anteriormente apresentada a candidatura QREN, tendo obtido financiamento para alguns troços. Pretende-se agora o financiamento de mais três troços dessa rede (Troço Rua Tomás da Fonseca e Azinhaga das Galhardas,  Jardim do Campo Grande-Vale de Chelas e Telheiras- Campo Grande  em que o Município já concretizou o investimento, criando uma ligação transversal de fecho de malha numa área planáltica da Cidade, ligando polos de serviços desde uma ponte ciclopedonal sobre a 2ª circular, atravessando um campus universitário, ligando a um parque urbano entretanto renovado (Campo Grande) e seguindo na direção oriental da Cidade a percursos cicláveis já executados que servem a área de serviços do LNEC, CHPL, Aeroporto, Parque da Belavista e Parque das Nações. 

As ligações agora propostas constituem em conjunto um trajeto fundamental na rede ciclável de Lisboa. Proporcionam o fecho de malha no que concerne à rede ciclável, consolidando a opção pela bicicleta numa área da cidade sem declives relevantes e servindo diversas áreas residenciais e de equipamentos e serviços. Respondendo ao desígnio da intermodalidade, estas ligações cicláveis concêntricas contrastam com as ligações de metropolitano radiais com que se cruzam (linha amarela na Cidade Universitária e Linha Verde em Alvalade), contribuindo assim para a melhoria do desempenho do sistema de transportes como um todo, e permitindo que a bicicleta seja utilizada como complemento para um mais fácil acesso ao sistema de transportes pesado.

RESILENS - Realising European ReSILiencE for Critical INfraStructure

Código da Operação: Programa de Investigação e Inovação Horizonte 2020 da União Europeia, nos termos do acordo de subvenção nº 653260

Designação da Operação: RESILENS - Realising European ReSILiencE for Critical INfraStructure

Estado: Em curso.

As infraestruturas críticas geram funções e serviços essenciais que suportam os sistemas sociais, económicos e ambientais europeus. As crises e os desastres, naturais ou provocadas pelo homem, estão a tornar-se cada vez mais comuns: é por isso fundamental assegurar a resiliência das infraestruturas críticas, para que possam resistir, adaptar-se e recuperar de eventos adversos.

O objetivo do projeto RESILENS consiste na transposição da resiliência enquanto objeto de compreensão conceptual para a aplicação de medidas operacionais, que integrem boas práticas provenientes de processos de avaliação de vulnerabilidades e gestão do risco. Este projeto é coordenado pela Future Analytics Consulting (empresa irlandesa de planeamento, investigação e consultoria económica a PME’s) e o consórcio é constituído por 12 parceiros, incluindo universidades, municípios, operadores de infraestruturas críticas, PME’s e entidades de técnicas e de investigação de vários países europeus.

 www.resilens.eu

 

Candidaturas Aprovadas em Regime de Aprovação Condicionada – Overbooking - Reabilitação Urbana - Museu de Santo António

Designação da Operação: Museu de Santo António 

Código da Operação: LISBOA-02-0741-FEDER-001101

Data de Início da Operação: 2012/05/04

Data de Conclusão da Operação: 2014/11/10

Custo Total: 381,542.75 €  

Custo Total Elegível: 381,542.75 €

Taxa co-financiamento: 65,00%

Comparticipação (Fundo): 248,002.79€ 

A Requalificação e Ampliação do Museu de Santo António visou a melhoria dos espaços de exposição e a remodelação da imagem da fachada, conseguindo assim uma maior visibilidade do Museu. A intervenção incidiu na conversão de dois espaços anexos independentes, a antiga Sala do Risco e o actual Museu Antoniano. Pelo facto de o Museu se encontrar numa localização de difícil visibilidade, sem “exposição” evidente para a envolvente e situado num “canto” urbano, entre a Igreja e o edifício contíguo, as intervenções gráficas e de comunicação efectuadas vieram dar visibilidade e anunciar a existência do Museu e clarificar a sua relação com a Igreja.

Candidaturas Aprovadas em Regime de Aprovação Condicionada – Overbooking - Reabilitação Urbana - Largo Rafael Bordalo Pinheiro

Designação da Operação: Requalificação do Largo Rafael Bordalo Pinheiro
Código da Operação: LISBOA-02-0741-FEDER-001099

Data de Início da Operação: 2012/07/02

Data de Conclusão da Operação: 2015/06/16

Custo Total: 173,971.56€ 

Custo Total Elegível: 173,971.56€

Taxa co-financiamento: 65,00%

Comparticipação (FUNDO): 113,081.51€
 

 

A requalificação do Largo Rafael Bordalo Pinheiro incidiu na criação de um espaço de utilização pública com grande valência para peões em detrimento do automóvel. Procurou-se a melhoria de condições que promovam a estadia de pessoas, melhorando o conforto e mobilidade dos peões. Estabeleceu-se com os edifícios confinantes uma relação funcional e sustentável com as várias valências que ali se encontram disponíveis - habitação, escritórios e espaços comerciais, com incidência na restauração. A circulação automóvel é delimitada por meio de pilaretes sendo o estacionamento completamente excluído de toda a área do Largo, salvo as situações de emergência. Estas alterações permitiram a supressão e/ou redistribuição de grande maioria da sinalização vertical assim como de outros elementos, atenuando-se a poluição visual e melhor mobilidade do peão. Foram também rebaixados os passeios nas passagens de peões conseguindo-se o atravessamento a pessoas com dificuldades motoras. A arborização do Largo teve como intenção a criação de zonas de sombra nas áreas de circulação pedonal e esplanadas. O espaço foi ainda dotado de mobiliário urbano adequado, bem como condições para instalação de esplanadas.

Candidaturas Aprovadas em Regime de Aprovação Condicionada – Overbooking - Reabilitação Urbana - Casa dos Bicos

Designação da Operação: Casa dos Bicos

Código da Operação: LISBOA-02-0741-FEDER-001103

Data de Início da Operação: 2011/01/31

Data de Conclusão da Operação: 2014/08/01

Custo Total: 1,917,901.75€ 

Custo Total Elegível: 1,837,469.94€

Taxa co-financiamento: 65,00%

Comparticipação (Fundo): 1,194,355.46€ 



A Casa dos Bicos, classificada como Monumento Nacional, é um edifício ligado ao imaginário dos Lisboetas constituindo um motivo de interesse para os visitantes da cidade de Lisboa, tendo em conta a sua singularidade e o seu carácter excepcional na Cidade. A intervenção de restauro e remodelação da Casa dos Bicos teve como principal objectivo a instalação da Fundação José Saramago e do Núcleo de interpretação das Muralhas da Cidade. A obra foi realizada em 3 fases e integrou um conjunto de trabalhos de diversa natureza, compreendendo aspectos de restauro, de recuperação, de demolições, de substituição parcial de acabamentos existentes por novos de igual qualidade e aparência, de consolidação das fundações, e de modernização de infra-estruturas e adequação à regulamentação actual.

O restauro e remodelação do Edifício para a instalação destes dois equipamentos vem contribuir para o desenvolvimento da rede de espaços de actividade cultural da Cidade, inserindo-se em áreas de reconhecido valor cultural. A sua abertura ao cidadão, cria novas dinâmicas do conhecimento e divulgação de conteúdos colectivo, produzindo forte impacto no apoio ao desenvolvimento social, estabelecendo-se actividades organizadas de visita e utilização do espaço, com evidente impacto na proximidade da zona intervencionada. A criação dos centros de interpretação e seus programas de exposição e funcionalidades económicas associadas tais como, apoio e recepção, áreas Expositivas, Centros de Documentação, Serviços Sociais e Educativos e Auditório, contribuem para o desenvolvimento das actividades económicas, abrangendo visitantes locais e turísticos. A Casa dos Bicos insere-se na antiga freguesia da Sé que, de acordo com os censos de 2011, tem cerca de 910 habitantes. No entanto, por se tratar de uma zona de grande atractividade turística e lúdica, a população que beneficia da intervenção ultrapassa largamente a população residente.

Candidaturas Aprovadas em Regime de Aprovação Condicionada – Overbooking - Reabilitação Urbana - Elevador da Bica

Designação da Operação: Requalificação do espaço público na zona envolvente ao Elevador da Bica 

Código da Operação: LISBOA-02-0741-FEDER-001098

Data de Início da Operação: 2007/04/02

Data de Conclusão da Operação: 2014/10/16

Custo Total: 1,166,032.44€ 

Custo Total Elegível: 1,166,032.44€

Taxa co-financiamento: 65,00%

Comparticipação (FUNDO): 757,921.09€ 



A intervenção centrou-se no eixo constituído pela Rua da Bica de Duarte Belo e Calçada da Bica Pequena e incluiu toda a malha de arruamentos e suas perpendiculares, classificada como Monumento Nacional – Decreto nº 5/2002, de 19 de Fevereiro. É uma área de grande interesse histórico e patrimonial, com características excepcionais de topografia e inserção na malha urbana, muito marcada pela presença do elevador. A intervenção visou a criação de um espaço exterior de qualidade, reforçando a sua atractividade enquanto bairro residencial, mas também enquanto espaço turístico e lúdico. Assentou num conjunto de princípios estruturantes contribuindo para a melhoria do conforto e segurança, melhoria da acessibilidade e mobilidade, regularização do trânsito e estacionamento (redefinição das zonas de circulação pedonal e automóvel), criação de zonas de estadia mais funcionais e

apelativas, reforço da estrutura verde com a introdução de novas árvores, introdução de mobiliário urbano e equipamentos adequados, renovação da sinalética, renovação das infra-estruturas de drenagem e iluminação pública, introdução pontual de iluminação cénica, a criação de vala técnica para instalação subterrânea de cablagem e a conservação e restauro de elementos patrimoniais existentes.

Candidaturas Aprovadas em Regime de Aprovação Condicionada – Overbooking - Reabilitação Urbana - Museu do Aljube

Designação da Operação: Museu do Aljube

Código da Operação: LISBOA-02-0741-FEDER-001102

Data de Início da Operação: 2010/08/16

Data de Conclusão da Operação: 2015/03/19

Custo Total: 1,530,636.23€

Custo Total Elegível: 1,447,627.29 €

Taxa co-financiamento: 65,00%

Comparticipação (Fundo): 940,957.74€ 


Adaptação do edifício do Aljube ao museu da Resistência e Liberdade, com dupla valência: por um lado a de museu dedicado aos temas da resistência e da liberdade, por outro a de centro de documentação especializado nessas mesmas temáticas, retomando e alargando a acção da actual Biblioteca-Museu República e Resistência. 

O Programa do Museu do Aljube compreende um primeiro núcleo relativo à história do próprio edifício, uma sala de exposições temporárias e núcleos fixos do Museu, dedicados à “Resistência e Liberdade”, com salas preparadas para audio visual, um espaço que recria o ambiente prisional “núcleo-corredor/"curros", sendo o único espaço da exposição permanente do museu. 

Para além dos espaços destinados à administração do Museu, direcção e apoio administrativo, integra ainda a direcção do centro de documentação e do serviço educativo com salas para investigadores e uso público visitante. Inclui ainda uma cafetaria/bar e auditório com uma lotação de 60 lugares.

A criação dos espaços museológicos e seus programas de exposição e funcionalidades económicas associadas tais como, apoio e recepção, áreas Expositivas, Centros de Documentação, Serviços Sociais e Educativos e Auditório, contribuem para o desenvolvimento das actividades económicas, abrangendo visitantes locais e turísticos. O equipamento produz forte impacto no apoio ao desenvolvimento social, estabelecendo-se actividades organizadas de visita e utilização do espaço, com evidente impacto na proximidade da zona intervencionada; A requalificação do Museu do Aljube vem contribuir para e desenvolvimento da rede de espaços museológicos e de actividade cultural da Cidade, inserindo-se em áreas de reconhecido valor cultural. A sua abertura ao cidadão, cria novas dinâmicas do conhecimento e divulgação de conteúdos colectivos.

Candidaturas Aprovadas em Regime de Aprovação Condicionada – Overbooking - Reabilitação Urbana - Alto de Santa Catarina

Designação da Operação: Requalificação do Espaço Público do Alto de Santa Catarina

Código da Operação: LISBOA-02-0741-FEDER-001100

Data de Início da Operação: 2009/11/16

Data de Conclusão da Operação: 2014/12/19

Custo Total: 910,821.85 € 

Custo Total Elegível: 910,821.85 €

Taxa co-financiamento: 65,00%

Comparticipação (Fundo): 592,034.20 € 


A intervenção teve por objectivo a requalificação ambiental do espaço público do Alto de Santa Catarina, local inserido nos circuitos turísticos da cidade, graças ao seu miradouro, ao Museu da Farmácia e à proximidade do Elevador da Bica. A intervenção de fundo ao nível da requalificação do desenho urbano, valorizou o espaço e os edifícios circundantes privilegiando o usufruto do local pelos peões. Destaca-se a reorganização da circulação automóvel na área, a criação de uma praça na confluência da rua Marechal Saldanha com a rua de Santa Catarina, bem como a colocação de meios dissuasores de estacionamento irregular, garantindo espaços de circulação pedonal mesmo onde continua a existir trânsito automóvel. Salienta-se ainda a intervenção no Jardim do Adamastor, recuperando o seu carácter de miradouro, qualificado através da reconversão dos pavimentos e criação de maior capacidade de estadia.

Cartografia de âmbito geotécnico em áreas urbanas

Código da Operação: LISBOA-01-0527-FEDER-000894

Designação da Operação: Cartografia Geotécnica em áreas urbanas - Lisboa

Estado: Em curso

Descrição: Tem como objetivo constituir, para a cidade de Lisboa, uma base de dados georreferenciada que efetue a compilação e gestão dos dados geológicos, geotécnicos e hidrogeológicos disponíveis nos arquivos da CML. Esses dados permitem obter conhecimento acerca das caraterísticas do subsolo, possibilitando a determinação das espessuras dos materiais de cobertura, principal condicionante à ocupação, possibilitando o desenvolvimento de cartografia de aptidão à construção, o que numa cidade como Lisboa, promove a redução de custos e otimização de novos projetos. Além disso, estes dados de caraterização permitem outras aplicações, nomeadamente uma melhor aferição da vulnerabilidade a fenómenos naturais visando a aplicação de medidas mitigadoras que por sua vez aumentem a resiliência da cidade.

Sistema de Gestão de Atendimento, Portal e Guichet Electrónico do Munícipe, Empresa e Entidades

Código da Operação: LISBOA-01-0526-FEDER-000064

Designação da Operação: Sistema de Gestão de Atendimento, Portal e Guichet Electrónico do Munícipe, Empresa e Entidades

Estado: Concluída

Descrição: Teve por objetivo disponibilizar a todos os agentes da CML com responsabilidades de atendimento ao público, um sistema que permita um melhor relacionamento com o Munícipe, cidadãos e empresas, através da adoção do conceito de “Balcão Único” com a possibilidade de gestão integrada de pedidos independentemente do local em que estes são feitos e tratados, e independentemente de terem sido feitos de forma presencial ou virtual. Com este objetivo pretendeu-se dotar o serviço de atendimento de melhorias na organização do próprio atendimento de meios para uma melhor gestão de filas e soluções para a utilização do cartão de cidadão. De forma integrada, existe ainda o objetivo de disponibilizar ao Munícipe e outros utilizadores da rede Internet, um “Balcão de Atendimento Virtual” que visa disponibilizar a quem deseje interagir com a Câmara Municipal de Lisboa, outros canais para além da vertente presencial, nomeadamente pelo atendimento virtual, correio eletrónico, SMS e telefónico.

Reengenharia URBANISMO & Gestão Documental

Código da Operação: LISBOA-01-0526-FEDER-000061

Designação da Operação: Reengenharia URBANISMO & Gestão Documental

Estado: Concluída

Descrição: Pretendeu-se disponibilizar uma plataforma electrónica de gestão documental para suporte à desmaterialização na CML, e reengenharia sobre procedimentos na área do urbanismo, com implementação de processos desmaterializados. Gradualmente, com a integração dos diferentes SI, estimam-se benefícios para a organização e trabalhadores, assim como para os cidadãos e empresas.

Plataforma de Interoperabilidade e Sistema Central de Referências comuns, de identificação & Autenticação

Código da Operação: LISBOA-01-0526-FEDER-000060

Nome do Projecto: Plataforma de Interoperabilidade e Sistema Central de Referências comuns, de identificação & Autenticação

Estado: Concluída

Descrição: Consistiu em desenhar um sistema middleware que permitirá orquestrar a comunicação e reaproveitar desenvolvimentos e ainda permitir o mapeamento de identificadores de modo a possibilitar através de um sistema obter todos os dados de uma entidade em diferentes sistemas, ou possibilitar a rastreabilidade de processos. Pretendeu-se ainda facilitar a autenticação dos utilizadores nos diferentes sistemas, através de mecanismos de autenticação através do repositório central de utilizadores (LDAP) para aplicações intranet e na LDAP Web para utilizadores externos a quem foi dada a possibilidade de autenticação por cartão de cidadão.

Requalificação do Espaço Público

Código da Operação: LISBOA-03-0841-FEDER 000500

Designação da Operação: Requalificação do Espaço Público

Estado: Concluída

Descrição:

1.    Princípios estruturantes
Desde o início que se pretendeu assegurar a coerência das soluções projetuais. Foi definido como princípio estratégico a criação de espaços exteriores de qualidade, multifuncionais, com soluções conceptuais adequadas ao tecido histórico - urbanístico e patrimonial da Mouraria e atentas às necessidades da população residente (e dos seus visitantes), assente num conjunto de princípios estruturantes:
- Melhoria do conforto e segurança;
- Melhoria da acessibilidade e mobilidade;
- Requalificação da imagem urbana;
- Valorização patrimonial;
- Redefinição das zonas de circulação pedonal e automóvel;
- Criação de zonas de estadia mais funcionais e apelativas;
- Condicionamento da circulação e estacionamento automóvel;
- Renovação de infra-estruturas;
- Introdução de mobiliário urbano e equipamentos adequados;
- Sustentabilidade ambiental e eficiência energética.
No que ao último ponto diz respeito, importa destacar a preocupação em promover a reutilização de materiais existentes (basalto, calcário e granito - o que obrigou à execução de sondagens específicas por forma a avaliar as condições dos mesmos) e à adoção de soluções que contribuem para a redução global dos consumos energéticos.
2.    Percurso Turístico –Cultural
A operação de Requalificação do Espaço Público da Mouraria, no eixo de atravessamento longitudinal do bairro entre os largos Adelino Amaro da Costa e do Intendente, um dos eixos estruturantes do bairro, é a operação de maior visibilidade e a iniciativa mais indutora de novos comportamentos, não só em termos de convivialidade pública como também de reabilitação do edificado e de introdução de novas atividades. O valor do património histórico - arquitetónico localizado neste eixo, que integra imóveis classificados como Monumento Nacional e como Imóvel de Interesse Público e outros integrados na Carta Municipal do Património, vai permitir a divulgação deste atravessamento através da criação do Percurso Turístico–Cultural, a divulgar através de vários meios.
3.    Espaços de lazer
No âmbito do objetivo de requalificação da imagem urbana a redefinição das zonas de circulação e estacionamento possibilitou, também, a disponibilização de áreas mais qualificadas para a implantação de esplanadas de apoio a estabelecimentos já existentes ou surgidos entretanto.
Para além da divulgação que a criação do Percurso Turístico - Cultural promoveu, e prosseguindo o objetivo da valorização patrimonial, as obras realizadas incluíram intervenções de conservação e restauro em diversos elementos em cantaria (bicas e fontes).

Reconversão do Espaço Público, Infra-Estruturas e Ambiente Urbano, com vista à Sustentabilidade Ambiental

Eco Bairro da Boavista

Código da Operação: LISBOA-02-0741-FEDER-000778

Designação da Operação: Reconversão do Espaço Público, Infra-Estruturas e Ambiente Urbano, com vista à Sustentabilidade Ambiental

Código da Operação: LISBOA-02-0741-FEDER-000786

Designação da Operação: Plano de Divulgação e Comunicação do Programa de Acção

Descrição: localizado na periferia ocidental de Lisboa e cercado pelo Parque Florestal de Monsanto, foi construído pelo Município na década de 40 para o realojamento das famílias provenientes de barracas.

Foi alvo de sucessivas fases de realojamento, estimando-se a sua população actual em cerca de 5.000 habitantes, com um total de 1.559 fraccões, das quais apenas 41 alienadas e entre as municipais, 510 na zona de “alvenaria”.

Pela verificação da sobreposição de défices económico, social, ambiental e urbanístico e após consulta pública com caracterização quantitativa, classificado em 2011 como Bairro de Intervenção Prioritária, integrante da Carta dos BIP/ZIP – peça do Plano Director Municipal de Lisboa. O Programa de Acção Eco-Bairro Boavista Ambiente+
Em Agosto de 2009, no âmbito dos Programas Integrados de Criação de Eco-Bairros e no quadro da Política de Cidades – Parcerias para a Regeneração Urbana do QREN - Programa Operacional de Lisboa, a CML candidatou o Programa de Acção Eco-Bairro Boavista Ambiente+.

A candidatura foi aprovada em Junho de 2010 e reprogramada para o actual Plano de Acção em Junho de 2012 pela CCDR-LVT – Entidade gestora do POR Lisboa e que deverá ser concluído em 2013.

O Plano em vigor tem como parceiros beneficiários o Município de Lisboa, a Gebalis e a EPAL e contempla um investimento total de 4,4M € com uma comparticipação FEDER de 2,5M € até Dezembro de 2013.

Sustentabilidade ambiental e sustentabilidade social

O Programa Eco-Bairro Boavista Ambiente+ não é um programa de realojamento, no entanto as questões do edificado habitacional têm uma enorme premência no bairro e um elevado contributo para o ambiente urbano local.

Há duas situações distintas:

  • o mau desempenho energético-ambiental das várias fases mais recentes do Bairro
  • o estado inabitável da zona de Alvenaria.

Para a primeira situação, preparámos uma intervenção nas fachadas e empenas de revestimento com isolamento ecológico e a substituição das janelas existentes por novas mais eficientes, por forma a obter uma melhoria do seu desempenho ambiental e energético com melhoria da habitabilidade e conforto.

Para a segunda situação, está a ser preparado dentro do mesmo calendário, o projecto urbano pela CML e o concurso público para a selecção do projecto de arquitectura (até Junho 2013) com contratação dos projectos de execução (de Setembro a Novembro 2013) que permitam a substituição (demolição e construção) em 4 fases dos cerca de 500 fogos das “alvenarias”.

Serão incluídas no caderno de encargos como condições obrigatórias: custos acessíveis de construção e manutenção, bom desempenho energético-ambiental e participação dos moradores em todo o processo.

O financiamento deverá ser negociado pela CML junto do IHRU de forma a poder iniciar a construção em 2014. Participação da população e dos parceiros
Todo este processo tem sido participado pela Junta de Freguesia de Benfica e pela ARMAB – Associação Recreativa de Moradores e Amigos do Bairro da Boavista.

Para garantir uma forma permanente de articulação entre os vários intervenientes, foi criado o Gabinete de Apoio ao Bairro de Intervenção Prioritária da Boavista, designado por GABIP-Boavista.

O GABIP-Boavista reúne todos os serviços da CML, Gebalis e EPAL que intervêm no Programa, e é complementado com uma Comissão Executiva, que garante a articulação com a Junta de Freguesia e a Associação de Moradores, e uma Comissão Alargada com a presença de todas as entidades parceiras do Programa.

À Comissão Executiva compete assegurar a circulação de informação regular e objectiva por todos os agentes envolvidos e o acompanhamento das operações do Programa.

À Comissão Alargada cabe a reflexão e avaliação sistemática do desenvolvimento do Programa, podendo apresentar propostas concretas relativas ao seu desenvolvimento.

 Saber mais

Refuncionalização e reabilitação do Quarteirão dos Lagares para criação do Centro de Inovação da Mouraria

Código da Operação: LISBOA-03-0841-FEDER 000495

Designação da Operação: Refuncionalização e reabilitação do Quarteirão dos Lagares para criação do Centro de Inovação da Mouraria

Estado: Em curso

Descrição: A intervenção no Quarteirão dos Lagares configura a estratégia de criação de estruturas identitárias e de referência urbana criadas para o bairro da Mouraria.
Localizado em pleno coração do bairro, a refuncionalização e reabilitação do conjunto do Quarteirão dos Lagares vão permitir manter um edificado de características ímpares na cidade.
No conjunto edificado é instalado o Centro de Inovação da Mouraria (CIM), projetado como um  edifício multifuncional com gestão e agenda condicionadas ao princípio da promoção e instalação de atividades inovadoras, preferencialmente de carácter económico, cultural e social.
Dado que estamos perante um conjunto que apresenta um relevante valor patrimonial – situação que fora confirmada pelas sondagens arqueológicas, realizadas tanto no edificado como no logradouro, foi definido um conjunto de condicionantes ao desenvolvimento do projeto e à realização da obra. A intervenção tem como principal objetivo a sua valorização enquanto património histórico, tornando-o, tanto quanto possível, um espaço de fruição para a população e para os visitantes. Esta valorização passa pela manutenção das características tipológicas (a organização das dependências em torno do pátio, dimensões e proporções dessas dependências e sua interligação e as comunicações horizontais e verticais), morfológicas (alçados que constituem frentes urbanas, contribuindo para a unidade do tecido urbano onde se insere o quarteirão) e construtivas (técnica de taipa). O projeto desenvolvido previu a integração e fruição das estruturas arqueológicas, ensaiando a criação de uma plataforma que permite o acesso visual à reserva arqueológica. Para mais facilmente aceder ao interior do quarteirão, foi prevista uma nova entrada, a partir da via pública. Este acesso faz-se através da construção em taipa, localizada na Travessa dos Lagares, que funcionará como galeria de exposições.
Apesar de os edifícios localizados em centros históricos estarem dispensados de certificação energética, é opção do Município promover uma intervenção com um bom desempenho energético-ambiental. Este projeto está classificado com Categoria B.

Extensão das instalações da Junta de Freguesia de S. Cristóvão e S. Lourenço no Largo dos Trigueiros

Código da Operação: LISBOA-03-0841-FEDER 000496

Designação da Operação: Extensão das instalações da Junta de Freguesia de S. Cristóvão e S. Lourenço no Largo dos Trigueiros

Estado: Concluída

Descrição: Com esta operação pretendeu-se introduzir um novo equipamento fornecedor de serviços de proximidade na Mouraria.
A construção localiza-se no Pátio do Linheiro, propriedade municipal onde se localizavam alguns fogos cujos habitantes foram realojados e as construções demolidas na totalidade.
O novo edifício acolheu atividades no âmbito da atuação da Junta de Freguesia de S. Cristóvão e S. Lourenço, entretanto integrada na Junta de Freguesia de Santa Maria Maior, junto dos grupos sociais mais vulneráveis – crianças e idosos. O recente quadro de vida urbana na Mouraria tornou cada vez mais premente a necessidade de atuação na prevenção primária de comportamentos de risco e o apoio social aos residentes idosos. Estas instalações permitiram melhorar e ampliar as atividades que já vinham a realizar-se, decorrentes dos diversos protocolos celebrados entre as juntas de freguesia e o Município, no quadro da descentralização de competências: Programa Intervir e Programa “Envelhecimento Ativo e Saudável - Envelhecer é Viver”.
A construção deste novo equipamento veio contrariar a atual tendência deste lugar como ponto de insegurança e insalubridade, contribuindo para os objetivos de requalificação urbana, social e ambiental.
O projeto, desenvolvido por uma equipa exterior à CML, previu a edificação de uma nova estrutura num lote de terreno com cerca de 285 m2, localizado na encosta poente da Mouraria. O edifício ocupa parcialmente o referido lote, libertando as restantes áreas para zonas verdes e de recreio. Todo o conjunto tem acesso garantido para indivíduos com mobilidade reduzida. A nível construtivo e dos acabamentos, procurou-se que o equipamento refletisse um conjunto de preocupações quanto à segurança, ao conforto, à funcionalidade, à resistência de materiais, à adequação dos acabamentos ao programa definido e às atividades que dele decorrem. Desde o início da sua conceção que se procurou o eficaz desempenho energético e ambiental do edifício, tendo este obtido a Categoria A.

Sítio do Fado na Casa da Severa

Código da Operação: LISBOA-03-0841-FEDER 000497

Designação da Operação: Sítio do Fado na Casa da Severa

Estado: Concluída

Descrição: Esta operação responde à intenção de reforço e valorização das práticas culturais e artísticas da Mouraria. O fado é uma marca identitária incontornável neste bairro.
Com esta operação, promove-se a adaptação a Sítio do Fado do edifício sito no Largo da Severa, que integra a Carta Municipal de Património Edificado e Paisagístico, e onde a tradição diz ter vivido a famosa fadista Severa. Com esta adaptação funcional, pretende-se contribuir para a valorização e divulgação do fado na Mouraria e, simultaneamente, prestar um tributo a uma figura associada à história desta expressão artística, tão emblemática da cidade e deste bairro em particular. Pelas implicações que tem no turismo e na dinamização económica do local, a operação teve consequências positivas na revitalização do tecido económico e social do bairro.
A refuncionalização deste imóvel em estrutura cultural e de lazer, é também uma oportunidade de requalificar o imóvel inventariado. Apesar de muito adulterado no interior, o exterior preserva, ainda, as características estilísticas da arquitectura vernacular dos séculos XVI/XVII.
O Sítio do Fado funciona em estreita articulação com o Museu do Fado, localizado no vizinho bairro de Alfama. Foi pensado e projetado como espaço de encontro e tertúlia para os amantes do fado e para todos em geral.
 
Em complementaridade, a instalação de uma pequena esplanada no espaço público permitirá, também, o alargamento das atividades para o exterior. A operação, pela sua natureza, veio contribuir para a dinamização cultural e económica local, promovendo o reforço da atratividade turística desta área do bairro, dignificando a figura simbólica da Severa e do Fado.
Tal como nas restantes operações, também neste houve a preocupação, desde o início, de um bom desempenho energético-ambiental. Neste caso, dadas as suas características construtivas, somente se conseguiu obter a Categoria C.

Plano de Divulgação e Comunicação

Código da Operação: LISBOA- 03-0841-FEDER 000498

Designação da Operação:Plano de Divulgação e Comunicação

Estado: Concluída

Descrição: O Plano de Divulgação e Comunicação pretende dar resposta aos objetivos de divulgação junto de uma vasta população multilingue dando a conhecer, através de vários meios e suportes, as principais iniciativas previstas e comunicar o seu desenvolvimento e concretização. Por outro lado, e porque a melhor estratégia para a salvaguarda do património é a promoção do seu conhecimento para que as populações possam dele apropriar-se – posição defendida em cartas e convenções internacionais – foram incluídas neste plano iniciativas de divulgação do património cultural.
Pretendeu-se que o maior agente de divulgação fosse o presente site, que contém identificação e descrição das diversas operações realizadas.
As operações com financiamento QREN bem como outras convergentes para o sucesso do conjunto das iniciativas foram divulgadas no terreno através de outdoors com a sua descrição e identificação em planta, bem como descrição do programa para os edifícios a serem intervencionados. Paralelamente, foram produzidos desdobráveis e cartazes de divulgação das operações.
O Plano de Divulgação e Comunicação incluiu ainda um conjunto de iniciativas de caráter cultural que tiveram lugar em vários espaços públicos do bairro: concertos, espetáculos e visitas cantadas.

Sistema Operacional Integrado de Prevenção do Risco Meteorológico em Lisboa

Código da Operação: POVT-12-0435-FCOES-000101


Designação da Operação: Sistema Operacional Integrado de Prevenção do Risco Meteorológico em Lisboa


Estado: Concluída
Descrição: O Sistema Operacional Integrado de Prevenção do Risco Meteorológico em Lisboa possibilita a inclusão de diversas fontes de informação numa única plataforma, facilitando a interpretação imediata da perigosidade da situação meteorológica corrente e espectável ao nível do concelho de Lisboa. A disponibilização imediata deste tipo de informação é determinante para a previsão de situações a muito curto prazo que, por vezes, escapam aos modelos numéricos. Trata-se de um sistema preventivo que permite melhorar a resposta da proteção civil de Lisboa perante uma emergência, minimizando os efeitos decorrentes.
Este sistema, sendo transversal, global e integrador, em todas as fases do ciclo de emergência, permite superar um conjunto significativo de constrangimentos na área da prevenção, gestão e monitorização dos riscos naturais que concorrem para a promoção de um território menos vulnerável a situações de risco, apresentando valências nos domínios:

  •  Da prevenção de situações meteorológicas, através da definição do nível de alerta a acionar, em termos de vulnerabilidade ao incêndio, inundação e sismo/tsunami, ou do fornecimento de informação de suporte a estudos e pareceres técnicos;
  • Do planeamento de emergência, através da criação de uma base de dados meteorológicos de suporte à definição de cenários e de procedimentos de atuação, os quais serão transpostos para os diferentes instrumentos de planeamento de emergência de proteção civil;
  • Do socorro a situações originadas pelo mau tempo e no seu encaminhamento, durante e pós-emergência.

POP-ALERT - Population Alerting: Linking Emergencies, Resilience and Training

Código da Operação: 608030 (FP7-SEC-2013-1)

Designação da Operação: POP-ALERT - Population Alerting: Linking Emergencies, Resilience and Training

Estado: Concluído

Descrição: Através do estudo comportamental e da utilização de tecnologias de gestão de crises, este projeto procura diagnosticar a capacidade das sociedades para fazer face a desastres de larga escala, tendo em atenção os diferentes grau de aceitação do risco e a predisposição para a adoção de medidas de prevenção/preparação. Os dados recolhidos permitirão incorporar a diversidade de perspetivas dos grupos e indivíduos na definição de estratégias e de metodologias que procuram melhorar a resposta da população a situações de emergência. Coordenado pela University of Greenwich, com o suporte técnico da European Organisation for Security, o projeto POP-ALERT congrega, ainda, os seguintes parceiros:

  • Association Comité National Francais du CTIF (Comité Technique International de Prévention et d’Extinction du Feu) – França
  • Service Départemental d'Incendie et de Secours de la Haute-Corse - França
  • Center for Security Studies - Grécia
  • ALTRAN BV - Holanda
  • Câmara Municipal de Lisboa - Serviço Municipal de Protecção Civil – Portugal
  • EDISOFT - Empresa de Serviços e Desenvolvimento de Software SA - Portugal
  • University of Chester -  Reino Unido
  • Training 4 Resilience – Reino Unido
  • Siemens Schweiz AG – Suiça

 

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Veículos de Socorro de Combate a Incêndios

Código da Operação: POVT-12-0435-FCOES-00091

Designação da Operação: Veículos de Socorro de Combate a Incêndios
01-03 - Prevenção, Gestão e Monitorização de Riscos Criminais e Tecnológicos
01-03-03 - Prevenção e Gestão de Riscos

Estado: A Operação encontra-se totalmente concluída a 14 de dezembro de 2015.

Descrição: A Operação consistiu no seguinte:

  • Aquisição de 3 Veículos Urbanos de Combate a Incêndios (VUCI);
  • Aquisição de 3 Veículos Ligeiros de Combate a Incêndios (VLCI);
  • Aquisição de 2 Veículos de Socorro e Assistência Tático (VSAT).

A responsabilidade legal no âmbito da prestação de socorro em caso de incêndios, inundações, desabamentos, abalroamentos, desencarceramentos e em todos os acidentes, catástrofes ou calamidades no município de Lisboa compete ao Regimento de Sapadores Bombeiros (RSB), integrado na estrutura da orgânica da Câmara Municipal de Lisboa.

Para tal, o RSB encontra-se equipado com uma vasta gama de veículos e equipamentos, que lhe conferem capacidade operacional de poder intervir não só em tempo útil a todas as situações que diariamente acontecem, como também nas de maior especificidade. Para o poder fazer, os veículos e equipamentos têm de oferecer garantias operacionais cada vez que são utilizados.

Acresce ainda que, com o evoluir da idade e devido à sua especificidade, os custos despendidos com a manutenção aumenta exponencialmente, tornando-se numa gestão financeira extremamente difícil, uma vez que sendo viaturas essenciais para as ações de emergência e socorro, têm de estar o tempo mínimo paradas (para manutenção e reparação de avarias), de modo a não comprometer a componente operacional onde estão inseridas.

A permanente capacidade de resposta aliada a uma cada vez mais adequada resposta na condução de uma ação de socorro, passa pela constante necessidade de investimento em novas tecnologias, materiais, equipamentos e veículos.

Deste modo, o RSB teve a necessidade de ser reequipado com a finalidade de se manter na vanguarda da emergência e do socorro, de modo a poder cumprir com o máximo de eficiência todas as missões de emergência e socorro para as quais está vocacionado e legalmente obrigado a cumprir.

 

Obras concluídas e em funcionamento

1.    Jardim de Infância do Lumiar – construção de equipamento de pré-escolar em terreno autónomo, com quatro salas de atividades, com uma capacidade máxima para 100 crianças, inaugurado em 7 de Setembro de 2010.
   

Custo Total: 1,120,461.97€

Custo Total Elegível: 488,030.93€

Montante Comparticipado (Estado Português): 243,681.57€

Investimento Municipal: 876,780.40€

  



2.    Jardim de Infância da Pena – construção de equipamento de pré-escolar com três salas de atividades, com uma capacidade máxima para 75 crianças, localizado no recinto da Escola Básica Lisboa n.º 1, inaugurado em 4 de Outubro de 2010.

 

Custo Total: 855,251.79€

Custo Total Elegível: 320,810.30€

Montante Comparticipado (Estado Português): 160,405.15€

Investimento Municipal: 694,846.64€


     

3.    Jardim de Infância de Alvalade – construção de equipamento de pré-escolar com três salas de actividades, com capacidade máxima para 75 crianças, localizado no recinto da Escola Básica Teixeira de Pascoais, inaugurado em 7 de Setembro de 2010.

 

Custo Total: 618,171.02€

Custo Total Elegível: 349,130.11€

Montante Comparticipado (Estado Português): 174,565.06€

Investimento Municipal: 443,605.96€


     

Plano Tecnológico da Educação

Eixo Prioritário 1 –“Competitividade, Inovação e Conhecimento”
Medida: “Economia Digital e Sociedade do Conhecimento – Plano Tecnológico da Educação

Código da Operação: LISBOA-01-001-FEDER-000383

Data de Início da Operação: 12/07/2007

Data da Conclusão da Operação: 31/12/2012

 

Custo Total LAN`s: 184.500,01€

Custo Total Elegível: 66.000,00€

Comparticipação FEDER: 26.400,00€

Taxa de Comparticipação: 40% do Custo Total Elegível

Investimento Municipal: 158.100,00€

 

Custo Total Quadros Interativos: 128.067,62€

Custo Total Elegível: 95.040,00€

Comparticipação FEDER: 38.016,00€

Taxa de Comparticipação: 40% do Custo Total Elegível

Investimento Municipal: 90.051,62€

 

A Câmara Municipal de Lisboa integrou a candidatura conjunta, liderada pela Área Metropolitana de Lisboa (AML), no âmbito do Concurso -  Aviso n.º 3 da  "Economia Digital e Sociedade do Conhecimento – Plano Tecnológico da Educação” com projetos que visam integrar as TIC nos processos de ensino e aprendizagem, no âmbito do Plano Tecnológico da Educação para o 1º ciclo do Ensino Básico. O Município de Lisboa apresentou candidatura nas tipologias de Quadros Interativos e LAN’s/Wireless.
Neste âmbito foi cofinanciada a colocação de 66 Quadros Interativos, para as 66 escolas, passíveis de serem elegíveis no âmbito da presente candidatura, tendo igualmente obtido aprovação a colocação de Lan’s/Wireless em 22 escolas.

 

Programa Orquestra Geração - Lisboa

Eixo Prioritário 1 –“Competitividade, Inovação e Conhecimento”
Medida:Promoção e Capacitação Institucional” - Orquestras Sinfónicas Juvenis - Programa Orquestra Geração - Lisboa

Código da Operação: LISBOA-01-0527-FEDER-000733

Data de Início da Operação: 01/10/2011

Data da Conclusão da Operação: 31/08/2013

 

Custo Total: 350.944,00€

Custo Total Elegível: 296.600,00€

Comparticipação FEDER: 118.640,00€

Taxa de Comparticipação: 40% do Custo Total Elegível

Investimento Municipal: 232.304,00€

O Programa Orquestra Geração é um projeto centrado na ação e desenvolvimento social através da música inspirado no “Sistema de Orquestas Infantiles e Juveniles de Venezuela”. O projeto tem como objetivos o desenvolvimento de orquestras juvenis em escolas do 1.º e 2º ciclo do ensino básico, bem como contribuir para a inserção e desenvolvimento das crianças e jovens, promover a autoestima das crianças e das suas famílias, aproximar os pais do processo educativo dos filhos, fomentar a igualdade de oportunidades, combater o abandono e insucesso escolar e conter a exclusão social, principalmente em bairros onde o tecido familiar é muito frágil.

 

A Câmara Municipal de Lisboa deu início ao “Programa Orquestra Geração Lisboa” no ano letivo 2010/2011, nas escolas Arquitecto Gonçalo Ribeiro Telles - Boavista e Alexandre Herculano - Ajuda. E logo nesse ano frequentaram a Orquestra 66 alunos.

 

No sentido de se alargar o Programa Orquestra Geração, foi aberto, no ano letivo 2012/2013, mais um polo de Orquestra na escola do Armador - Chelas, onde foram, ainda, criadas condições para receber as práticas coletivas da Orquestra Geração Lisboa.

 

O Programa já envolve quase 100 crianças e jovens, na generalidade, oriundos de contextos sociais extremamente diversificados que de um modo geral, dificilmente teriam acesso ao ensino da música e à prática de orquestra se não fosse a sua inclusão ativa na Orquestra Geração Lisboa.

 

Apesar do curto período de existência da Orquestra Geração Lisboa, a sua dinâmica e o impacto das mais de 70 apresentações públicas, permitiu o seu reconhecimento por diversas entidades, agentes e instituições ligados à música, ao ensino e à cultural, contribuindo de forma extraordinária para a autoestima das crianças e jovens, bem como para a motivação e envolvimento das suas famílias no sentido de se integrarem nas atividades da Orquestra.

 

Para o sucesso da Orquestra Geração Lisboa, a Câmara Municipal, contou com o apoio financeiro do QREN e do FEDER nos anos letivos 2011\2012 e 2012\2013 e do Ministério da Educação e Ciência que desde o ano letivo 2011\2012 partilha com a CML os encargos com os professores de música das escolas abrangidas pelo Programa. A Associação dos Amigos da EMCN assegura a coordenação pedagógica e a promoção das ações de integração com a comunidade.

 

 

Escola Básica Bairro do Armador

Eixo Prioritário 3 – “Coesão Social “

Medida: “Requalificação da Rede Escolar do Ensino Básico e da Educação Pré-Escolar”

Designação da Operação: Centro Escolar do Bairro do Armador (Zona M de Chelas)

Código da Operação: LISBOA-03-0944-FEDER000163

Data de Início da Operação: 25/06/2008

Data de Conclusão da Operação: 31/12/2011 

 

Custo Total: 2,786,457.17€

Custo Total Elegível: 2,699,931.73€

Comparticipação FEDER: 1,754,955.62€

Taxa de Comparticipação: 65% do Custo Total Elegível

Investimento Municipal: 1,031,501.55€

 

Com a candidatura efetuada pela Câmara Municipal de Lisboa ao QREN da Escola Básica Bairro do Armador foi possível obter um cofinanciamento significativo para a construção de um Centro Escolar moderno e bem equipado numa área da Cidade de Lisboa onde subsistem grupos sociais pouco favorecidos, inserindo-se este projeto na medida “Requalificação da Rede Escolar de 1.º Ciclo do Ensino Básico e da Educação Pré-Escolar”, do Programa Operacional Regional de Lisboa.

A abertura do Centro Escolar do Bairro do Armador, estabelecimento que integra doze salas de aula de 1.º ciclo do ensino básico e seis salas de jardim-de-infância, com uma capacidade total de 288 alunos do 1.º ciclo e 150 crianças de pré-escolar, traduziu-se numa melhoria significativa de oferta pública de educação e de ensino da Cidade de Lisboa, numa área da cidade com elevada densidade residencial e onde, até então, as crianças tinham que percorrer distâncias significativas até aos equipamentos escolares mais próximos.

A disponibilização deste Centro Escolar veio contribuir de modo muito significativo para a melhoria dos percursos escolares das crianças que o frequentam. Nele se encontram disponíveis salas de aula bem equipadas, salas polivalentes, biblioteca/centro de recursos, cozinha e espaços de refeitório, para além de áreas de recreio diferenciadas para as crianças do pré-escolar e do 1.º ciclo do ensino básico.
O Centro Escolar encontra-se ainda apetrechado com um campo de jogos e de um ginásio, que pela sua localização e características, possibilitam não só a sua frequência pelas crianças, como também a sua abertura à população em geral, o que se traduz numa melhoria da oferta de equipamentos mais especificamente no Bairro do Armador e, em termos mais genéricos, no Bairro de Chelas.

O equipamento apresenta um bom enquadramento urbanístico face à sua envolvente e a sua abertura teve consequências positivas em termos da dinâmica quotidiana do Bairro do Armador, dado que se trata de uma área predominante residencial. 

Descrição

  • Edifício novo
  • N.º salas de aula de 1º ciclo do ensino básico: 12
  • N.º salas de jardim de infância: 6
  • Capacidade total 1.º CEB: 288 crianças
  • Capacidade total pré-escolar: 150 crianças
  • N.º salas polivalentes: 3
  • Biblioteca/centro de recursos: 1
  • Cozinha e espaços de refeitório: 2
  • Áreas de recreio diferenciadas para as crianças do pré-escolar e do 1º ciclo do ensino básico
  • Campo de jogos
  • Ginásio

 

Data de inauguração da escola: 15 de setembro de 2009

 

 

Escola Básica Laranjeiras

Designação da Operação: Ampliação/Remodelação da EB1 das Laranjeiras n.º 120 e JI do Bairro de S. João

Código da Operação: LISBOA-03-0944-FEDER000256

Data de Início da Operação: 19/11/2008

Data de Conclusão da Operação: 31/12/2011

 

Custo Total: 2,359,353.75€

Custo Total Elegível: 2,092,754.18€

Comparticipação FEDER: 1,360,290.22€

Taxa de Comparticipação: 65% do Custo Total Elegível

Investimento Municipal: 999,063.53€

 

A Escola Básica das Laranjeiras é um centro escolar localizado na Freguesia de São Domingos de Benfica. Inicialmente tinha uma capacidade de seis salas de 1.º ciclo e duas salas de jardim-de-infância, funcionando em regime duplo para poder dar resposta à forte procura de 1.º ciclo. Este estabelecimento foi alvo de uma intervenção que comportou obras de ampliação e de grande remodelação. As obras de ampliação envolveram a construção de oito novas salas de aula do 1.º ciclo e de novas valências como a biblioteca, a sala multimédia, o novo polidesportivo descoberto, um segundo espaço de refeitório, balneários e novas instalações sanitárias.


A candidatura efetuada pela Câmara Municipal de Lisboa ao QREN/PORLisboa incidiu sobre as obras de ampliação e grande remodelação, tendo obtido financiamento FEDER para a remodelação das salas existentes, da substituição de coberturas, pavimentos e redes de infraestruturas no edifício original e requalificação dos espaços exteriores. No decorrer destas obras foi possível adaptar duas salas preexistentes para a valência de jardim-de-infância e criar um segundo espaço de ginásio.


A intervenção neste centro escolar contribuiu para uma melhoria significativa nas condições de oferta de valências e na capacidade existente, pondo fim ao regime duplo de funcionamento, numa área da cidade que regista carência na oferta de equipamentos de educação e ensino da rede pública. Tem atualmente uma capacidade total de 436 alunos, dos quais 100 são crianças de jardim de Infância e 336 de 1.º ciclo.

Descrição

  • Requalificação e ampliação
  • N.º salas de aula de 1º ciclo do ensino básico: 14
  • N.º salas de jardim de infância: 4 (2 não comparticipadas)
  • Capacidade total 1.º CEB: 336 crianças
  • Capacidade total pré-escolar: 100 crianças
  • N.º salas polivalentes: 1
  • Sala multimédia: 1
  • Biblioteca/centro de recursos: 1
  • Cozinha e espaços de refeitório: 1
  • Áreas de recreio
  • Polidesportivo descoberto
  • Campo de jogos
  • Ginásio

 

Data de inauguração da escola: A Escola retomou o seu funcionamento em 17 de dezembro de 2010.

Escola Básica nº 167 (Bairro Padre Cruz)

Designação atual da Escola: Escola Básica Professora Aida Vieira

Designação da Operação: Escola Básica do 1.º Ciclo n.º 167 (Bairro Padre Cruz)

Código da Operação: LISBOA-03-0944-FEDER000269

Data de Início da Operação: 04/12/2008

Data de Conclusão da Operação: 31/12/2011

 

Custo Total: 3,121,290.88€

Custo Total Elegível: 2,303,941.37€

Comparticipação FEDER: 1,497,561.89€

Taxa de Comparticipação: 65% do Custo Total Elegível

Investimento Municipal: 1,623,728.99€

 

A Escola Básica Professora Aida Vieira (ex-EB n.º 167), sita no Bairro Padre Cruz, Junta de Freguesia de Carnide, funcionava numa construção pré-fabricada, de carácter provisório, com doze salas de aula (capacidade para 288 alunos). A candidatura efetuada pela Câmara Municipal de Lisboa ao QREN/ Programa Operacional Regional de Lisboa visou demolir este pré-fabricado, obtendo cofinanciamento FEDER para o substituir por um edifício construído de raiz com dezasseis novas salas e capacidade para albergar um total de 384 alunos de 1.º ciclo. Este projeto permitiu eliminar um edifício de carácter provisório da rede pública de estabelecimentos de educação e ensino da cidade de Lisboa, inserindo-se plenamente num dos principais objetivos da medida “Requalificação da Rede Escolar de 1.º Ciclo do Ensino Básico e da Educação Pré-Escolar”, do Programa Operacional Regional de Lisboa, que visa a eliminação de todos os edifícios de construção precária, nomeadamente pavilhões pré-fabricados.


Esta construção dispõe de refeitório, de forma a dar resposta a toda a população escolar do estabelecimento. O mesmo servirá também de espaço de convívio para os alunos, nomeadamente para ser utilizado quando se realizem festas de fim de ano e de final de períodos letivos. A cozinha, com espaços próprios para a conservação de alimentos, permite a confeção local das refeições, contribuindo desta forma para um incremento de qualidade das refeições disponibilizadas.


A biblioteca, onde funciona também um centro de recursos, é um espaço destinado a todos os alunos da Escola, sendo um local privilegiado de acesso à leitura e às novas tecnologias.


As duas salas polivalentes funcionam como salas de atividades, podendo ser utilizadas para um diverso conjunto de iniciativas.
As três salas de educação plástica têm ponto de água e esgoto, pelo que são adaptadas à execução de tarefas que exigem essas condições.


No exterior foi construído um campo de jogos em terra batida, com tabelas de basquetebol, e instalada uma parede de escalada.

Descrição

  • Edifício novo
  • N.º salas de aula de 1º ciclo do ensino básico: 16
  • Capacidade total 1.º CEB: 384 crianças
  • N.º salas polivalentes: 2
  • Nº salas de educação plástica: 3
  • Biblioteca/centro de recursos: 1
  • Cozinha e espaços de refeitório: 1
  • Campo de jogos

 

Data de inauguração da escola: 20 de setembro de 2010.

Escola Básica Galinheiras

Designação da Operação: Escola Básica das Galinheiras/Charneca – EB1 + JI

Código da Operação: LISBOA-03-0944-FEDER000774

Data de Início da Operação: 25/09/2009

Data de Conclusão da Operação: 25/03/2012

 

Custo Total: 2,848,427.78€

Custo Total Elegível: 1,849,979.10€

Comparticipação FEDER: 1,202,486.42€

Taxa de Comparticipação: 65% do Custo Total Elegível

Investimento Municipal: 1,645,941.36€

 

Anteriormente à abertura da Escola Básica das Galinheiras com Jardim de Infância, existia uma única Escola Básica nesta área da Cidade, a Escola Básica Maria da Luz de Deus Ramos (1.º Ciclo + JI), onde persistia o regime duplo de funcionamento, devido à elevada procura registada.

Com a candidatura efetuada pela Câmara Municipal de Lisboa ao QREN, foi possível eliminar o regime duplo de funcionamento, inserindo-se esta Operação num dos principais objetivos da medida “Requalificação da Rede Escolar de 1.º ciclo do Ensino Básico e da Educação Pré-Escolar”, do Programa Operacional Regional de Lisboa.

Com o surgimento do novo equipamento, a oferta escolar desta zona sofreu um notável incremento através da entrada em funcionamento de mais oito salas do 1.º ciclo do ensino básico e três salas de jardim-de-infância, mantendo-se igualmente a funcionar a Escola Básica Maria da Luz de Deus Ramos.

Após a abertura da Escola Básica das Galinheiras, parte das crianças moradoras nesta área da Cidade passaram a ter acesso a uma escola modernamente equipada com biblioteca/centro de recursos, sala polivalente, ginásio com balneários, sendo ainda de ressaltar o acesso a refeições confecionadas localmente e a bons espaços exteriores e de convívio, bem como a atividades letivas e de enriquecimento curricular que se desenvolvem a tempo inteiro, durante todo o dia na escola (9h-17h), com possibilidade de alargamento do horário da manhã – período de acolhimento – e da tarde, para as famílias que assim o requisitem.

Por outro lado, é de assinalar que a Escola Básica das Galinheiras constitui-se como um polo dinamizador do Bairro e da zona envolvente. As boas condições do equipamento propiciam a interação com a comunidade, em primeiro lugar com os pais, encarregados de educação e família alargada das crianças que frequentam o equipamento escolar, mas também em termos da utilização do espaço escolar, nomeadamente do ginásio, por grupos desportivos diferenciados, bem como por grupos de seniores.

Descrição

  • Edifício novo
  • N.º salas de aula de 1º ciclo do ensino básico: 8
  • N.º salas de jardim de infância: 3
  • Capacidade total 1.º CEB: 192 alunos
  • Capacidade total pré-escolar: 75 crianças
  • N.º salas polivalentes: 1
  • Biblioteca/centro de recursos: 1
  • Cozinha e espaços de refeitório: 1
  • Áreas de recreio diferenciadas para as crianças do pré-escolar e do 1º ciclo do ensino básico
  • Campo de jogos
  • Ginásio

 

Data de inauguração da escola: 8 de setembro de 2010.

Candidatura Aprovada em Regime de Aprovação Condicionada - Overbooking - Escola Básica Convento do Desagravo

Eixo Prioritário 3 – “Coesão Social”
Medida: “Requalificação da Rede Escolar de 1.º Ciclo do Ensino Básico e da Educação Pré-Escolar”

Designação da Operação: Escola Básica Convento do Desagravo
Código da Operação: LISBOA-03-0944-FEDER-001065
Data de Início da Operação: 22/10/2013
Data de Conclusão da Operação: 06/07/2015

Custo Total: 3,704,063.60 €
Custo Total Elegível: 2,575,467.66 €
Comparticipação FEDER: 1,671,551.94 €
Taxa de Comparticipação: 65% do Custo Total Elegível
Investimento Municipal: 2,032,511.66 €

A Escola Básica Convento do Desagravo é um Centro Escolar com as valências de pré-escolar e 1.º Ciclo, faz parte do Agrupamento de Escolas Gil Vicente e está inserida na freguesia de São Vicente em Lisboa. Tem 16 salas de 1.º ciclo e 3 salas de Jardim de Infância, a que corresponde uma capacidade respectiva de 416 alunos e 75 crianças. Dispõe das seguintes valências: 1 Biblioteca; 1 sala de informática; 1 sala de audiovisuais e 1 sala de “coro alto” - estes dois espaços ficarão separados por portas de recolher que permitem unificar o espaço caso seja necessário; 1 ginásio; 1 polivalente; 1 cozinha, 2 refeitórios; 1 copa de lanches; 1 sala de professores; 1 sala de direcção; 1 secretaria; 1 anfiteatro ao ar livre; instalações sanitárias adequadas às faixas etárias das duas valências e instalações sanitárias adaptadas a pessoas com mobilidade condicionada; balneários; salas de expressão plástica; salas de expressão dramática e recreios descobertos individualizados para o 1.º ciclo e para o JI.

Descrição
Edifício novo
N.º salas de aula de 1.º Ciclo do Ensino Básico: 16
N.º de salas de actividade de Educação Pré-escolar: 3
Capacidade total 1.º CEB: 416 alunos
Capacidade total Pré-escolar: 75 crianças
N.º salas polivalentes: 2
N.º salas de educação plástica/musical: 2
Biblioteca/centro de recursos: 1
Cozinha e espaços de refeitório: 3

Data de inauguração da Escola: 21 de Setembro de 2015.

 

Biblioteca
Fachada Principal
Sala de Atividades

Candidatura Aprovada em Regime de Aprovação Condicionada – Overbooking - Escola Básica São João de Brito

Eixo Prioritário 3 – “Coesão Social”
Medida: “Requalificação da Rede Escolar de 1.º Ciclo do Ensino Básico e da Educação Pré-Escolar”

Designação da Operação: Escola Básica São João de Brito
Código da Operação: LISBOA-03-0944-FEDER-001063
Data de Início da Operação: 31/01/2011
Data de Conclusão da Operação: 12/06/2012

Custo Total: 1,282,646.70 €
Custo Total Elegível: 1,056,250.00 €
Comparticipação FEDER: 686,562.49 €
Taxa de Comparticipação: 65% do Custo Total Elegível
Investimento Municipal: 596,084.21 €

A Escola Básica São João de Brito tem as valências de Pré-escolar e 1.º Ciclo, faz parte do Agrupamento de Alvalade e está inserida na freguesia de Alvalade em Lisboa.
A intervenção efetuada na Escola Básica São João de Brito envolveu a beneficiação de todas as salas e espaços comuns da escola, num total de 13 salas de aula, bem como a construção de um novo edifício destinado ao ginásio/sala polivalente com balneários, vestiários e instalações sanitárias com adaptação a pessoas com mobilidade reduzida. A sua localização no recinto escolar permite a utilização pela comunidade envolvente. Foram ainda requalificados a biblioteca, sala de professores e sala de computadores. A intervenção no equipamento também envolveu uma remodelação profunda na cozinha/refeitório que permitiu a implementação de um sistema de confeção local e o incremento do espaço de refeitório. Foram globalmente melhorados todos os espaços de circulação e todas as salas existentes. Procedeu-se também à substituição e/ou limpeza dos pavimentos, bem como a substituição integral da cobertura (anteriormente em fibrocimento). Foi igualmente assegurada a substituição ou reparação das várias redes de infraestruturas, como as de saneamento, de água, eletricidade e as redes de comunicações.
A intervenção permitiu posteriormente a criação de uma sala de jardim-de-infância com instalações sanitárias de uso exclusivo, transformando este estabelecimento num Centro Escolar com 1º ciclo e jardim de infância com 12 salas de 1.º ciclo e 1 de pré-escolar a que corresponde uma capacidade máxima de 312 alunos e 25 crianças, respectivamente.

Descrição
Requalificação/e ampliação
N.º salas de aula de 1.º Ciclo do Ensino Básico: 12
N.º de salas de actividade de Educação Pré-escolar: 1
Capacidade total 1.º CEB: 312 alunos
Capacidade total Pré-escolar: 25 crianças
N.º salas polivalentes: 1
Biblioteca/centro de recursos: 2
Cozinha e espaços de refeitório: 1

Data de inauguração da Escola: setembro de 2011.

 

Fachada da Escola
Ginásio
Sala de Aula do 1º Ciclo

Candidatura Aprovada em Regime de Aprovação Condicionada – Overbooking - Escola Básica Sarah Afonso

Eixo Prioritário 3 – “Coesão Social”
Medida: “Requalificação da Rede Escolar de 1.º Ciclo do Ensino Básico e da Educação Pré-Escolar”

Designação da Operação: Escola Básica Sarah Afonso
Código da Operação: LISBOA-03-0944-FEDER-001066
Data de Início da Operação: 28/02/2014
Data de Conclusão da Operação: 30/09/2015

Custo Total: 3,291,419.85 €
Custo Total Elegível: 937,500.00 €
Comparticipação FEDER: 608,958.67 €
Taxa de Comparticipação: 65% do Custo Total Elegível
Investimento Municipal: 2,682,461.18 €

A Escola Básica Sarah Afonso, sita na Rua Almada Negreiros, pertence ao Agrupamento de Escolas Santa Maria dos Olivais e à Junta de Freguesia dos Olivais. Esta escola funciona como centro escolar num edifício com uma capacidade de 10 salas de aula de 1.º ciclo (260 alunos) e 4 salas de pré-escolar (100 crianças).
Esta escola foi alvo de obras de Grande Remodelação em todo o edifício principal, englobando simultaneamente a substituição integral de coberturas (anteriormente em fibrocimento), pavimentos e redes de infraestruturas (esgotos, eletricidade, entre outros). No exterior foi construído um pavilhão polidesportivo, com a dupla função de servir a escola e a comunidade.

Após a presente intervenção, verifica-se a existência de espaços de utilização comum, tais como quatro salas da escola, que podem ser utilizadas para diversas atividades, uma cozinha, com espaços próprios para a conservação de alimentos, e que permite a confeção local das refeições, um refeitório, a biblioteca, onde funciona também um centro de recursos, sala de professores, e no exterior foi construído um campo de jogos, com balizas e tabelas de basquetebol.

A requalificação destas instalações conduziu a uma melhoria das condições de funcionamento deste equipamento, beneficiando deste modo a população escolar que o frequenta.

Descrição
Edifício requalificado
N.º salas de aula de 1.º ciclo do ensino básico: 10
N.º salas de jardim-de-infância: 4
Capacidade total 1.º CEB: 260 alunos
Capacidade total pré-escolar: 100 crianças
Biblioteca/centro de recursos: 1
Cozinha e espaços de refeitório: 1
Pavilhão polidesportivo: 1
Áreas de recreio diferenciadas para as crianças do pré-escolar e do 1.º ciclo
Campo de jogos

Data de inauguração da escola: 22 de setembro de 2015.

 

Fachada Principal
Refeitório
Sala de Aula do 1º Ciclo